Amazônia: descubra qual percentual mínimo de Reserva Legal para sua propriedade

Você sabia que, em algumas situações, é possível reduzir o percentual de Reserva Legal de imóveis do bioma Amazônia de 80% para até 50%?

Saiba se o seu imóvel se enquadra nas condições.

 

 

Por ser uma das regiões mais ameaçadas pelo desmatamento e, ao mesmo tempo, de mais importante conservação por seus ricos ecossistemas e biodiversidade, o percentual mínimo de Reserva Legal1 para imóveis do bioma Amazônia em áreas de floresta é 80%.

Mas, existem algumas situações em que é possível reduzir o percentual para 50%.

 

 


Meu imóvel está em uma região do bioma Amazônia. Posso reduzir o percentual?

O percentual pode ser reduzido de 80% para até 50% se:

✅ O Município em que está localizado o imóvel tem mais de 50% da área ocupada por Unidades de Conservação de domínio público ou por terras indígenas homologadas.

✅ O estado em que está localizado o imóvel tiver Zoneamento Ecológico Econômico aprovado e mais de 65% do seu território ocupado por Unidades de Conservação de domínio público ou terras indígenas homologadas. Nesse caso, é necessária autorização do Conselho Estadual do Meio Ambiente.

✅ Quando indicado pelo Zoneamento Ecológico-Econômico estadual. Não se aplica a áreas prioritárias para conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos e os corredores ecológicos.

 


 

O que é o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE)?

Um mecanismo criado para contribuir com o planejamento econômico, social e ambiental das diferentes regiões do país, já que seu território é amplo e com necessidades diferentes.

Para aliar o desenvolvimento socioeconômico e a conservação dos recursos naturais, esse recurso permite racionalizar o uso e a gestão do território nacional, sugerindo ações adaptadas às particularidades de cada região.

Nosso time especializado está pronto para auxiliar você em todo o processo de regularização, tirar suas dúvidas, além de garantir a melhor solução e negociação para Compensação de Reserva Legal.

 

Nosso time especializado está pronto para auxiliar você em todo o processo de regularização,
tirar suas dúvidas, além de garantir a melhor solução e negociação para Compensação de Reserva Legal.



 

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1 Reserva Legal é a área que todo imóvel rural deve manter de floresta nativa de acordo com o Novo Código Florestal.

Fonte:
• Zoneamento Ecológico-Econômico. MMA
• Qual deve ser o tamanho da reserva legal? Ciflorestas

 

NORSUL e Biofílica: uma parceria valiosa para a proteção da Floresta Amazônica – Parte 2

No Dia da Amazônia, leia o segundo post da série e veja como a parceria da Companhia de Navegação Norsul e da Ambipar beneficia florestas tropicais que atuam como grandes reguladoras climáticas globais.

 

O dia de hoje, 5 de setembro, foi escolhido para celebrar as riquezas e alertar para a importância da preservação da Floresta Amazônica.

Reconhecida por ser a maior floresta tropical do planeta, a Amazônia tem um peso l fundamental para impedir o avanço das mudanças climáticas em todo o mundo. Um deles, por exemplo, é ser a grande responsável pela distribuição de chuvas para América Latina. A capacidade de manter a umidade do ar por todo o leste e sul do continente é primordial para o equilíbrio do clima dessa região e para conter o avanço do aquecimento global.

 

 

No entanto, tudo que ela representa, inclusive sua função de regulação climática, é constantemente ameaçada pelo desmatamento das florestas e degradação do solo. Por essas razões, iniciativas que valorizam a floresta em pé são de tão grande importância e têm sido cada vez mais incentivadas por pessoas e empresas preocupadas com o nosso planeta.

Como explicamos no primeiro post da série, conservar sua biodiversidade é um desafio que envolve contextos ambientais, sociais e econômicos. Por esse motivo, um mecanismo que vem se mostrando eficiente são os Projetos REDD+1.

Um exemplo prático de benefícios para a Amazônia são as atividades do Projetos REDD+ Vale do Jari, que forneceu os créditos de carbono para neutralização dos fretes marítimos realizados pela Norsul em 2020:

  • 340 espécies de flora protegidas, das quais 54 estão ameaçadas de extinção
  • 2.070 espécies de fauna protegidas, das quais 133 estão ameaçadas de extinção
  • 660.000 tCO2eq de emissões reduzidas por ano
  • 64.866 hectares de desmatamento evitado em 30 anos
  • 303 famílias de 15 comunidades diretamente envolvidas

 

 

Monitoramento meteorológico

 

A Norsul também é dedicada em ser uma agente da mudança no âmbito Amazônico e climático: além da compra de créditos de carbono REDD+ para neutralizar 100% das emissões de sua frota mercante, a Companhia participa do Programa de Navios Observadores Voluntários (VOS – Voluntary Observing Ship), um dos principais programas da Organização Meteorológica Mundial que coleta, registra e transmite observações meteorológicas.

A embarcação Trade Juriti, nome que homenageia o município do Pará, fica fixa no Rio Amazonas e é uma estação meteorológica inteligente que registra e transmite dados em tempo real para Centros de Previsão do Tempo. Essas informações, além de alertas para os navegantes, viram fonte para pesquisas sobre padrões e mudanças climáticas, contribuindo para os estudos globais sobre o tema.

 

“Para nós todos os dias são dedicados à Amazônia. Há quatro décadas a NORSUL está presente na Amazônia servindo a logística da região sempre buscando aperfeiçoar seus processos, analisando e mitigando impactos e atuando de forma cada vez mais humana e abrangente e nada nos motiva mais que ajudar na conservação deste patrimônio da Terra.”

 

diz Denise Grundler, Gerente Executiva da Norsul.

 

 


1REDD+:  Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

NORSUL e Ambipar: uma parceria valiosa para a proteção da Floresta Amazônica

Em parceria com a Ambipar, desde janeiro de 2020 a Companhia de Navegação Norsul neutraliza as emissões de toda sua frota por meio dos créditos de carbono. Neste primeiro de uma série de dois posts, entenda a relevância dessa iniciativa para a proteção às florestas e redução do desmatamento na Amazônia.

 

No Dia de Proteção às Florestas, data criada para chamar atenção e reforçar a importância de medidas que contribuem para que nossas florestas parem de ser desmatadas, damos início a uma série de duas publicações que contam mais sobre a parceria entre a Norsul e a Ambipar Environment e como a iniciativa dessas empresas impactam na conservação da Amazônia.

A NORSUL, ciente da relevância em ser uma agente da mudança, deu início em 2020 ao seu plano de ser a primeira empresa carbono neutro no segmento de cabotagem industrial no mundo, passando a neutralizar todas as emissões CO2 de sua frota mercante.

 

 

Essa prática foi possível por meio de uma solução inédita desenhada com a Ambipar Environment, onde são utilizados créditos de carbono provenientes dos seus projetos REDD+1 para compensar as emissões de todas as operações da empresa e a pegada de carbono de cabotagem de todos os clientes da NORSUL, que recebem certificados personalizados da solução de neutralização de carbono.

Qual a relação dessas ações com a proteção às florestas?

A importância da proteção às florestas está ligada a diversos fatores: combate às mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, ciclo da água e regime de chuvas, formação do solo, entre outros.
Porém, manter florestas em pé envolve questões além das ambientais, contextos sociais e econômicos têm relação direta com as principais causas de desmatamento.
Essencialmente, os projetos REDD+1 tem como objetivo combater o desmatamento, mas para garantir a efetividade do processo são traçadas estratégias baseadas em incentivos financeiros e promoção do desenvolvimento sustentável, para assim tornar florestas economicamente mais atrativas que outras formas de mudança e uso da terra.

Essa metodologia tem se mostrado muito eficiente, mas para que seja possível aplicá-la, é necessário o envolvimento de empresas conscientes e engajadas nessa causa, a exemplo da Norsul, que ao comprar créditos de carbono financia as atividades de conservação dos projetos REDD+ que a Ambipar Environment gerencia.

Para 2020, o Projeto REDD+ Vale do Jari forneceu os créditos para neutralização da frota da Norsul. Em uma região constantemente ameaçada pela atividade humana, promove a capacitação de técnicas sustentáveis de manejo e produção agroextrativista e o bem-estar das comunidades, tornando-as mantenedoras dos recursos florestais.

Os benefícios dessa parceria não param por aqui! No próximo post falaremos sobre o impacto dessas ações na prática para a Amazônia, a maior e uma das mais ameaçadas florestas do mundo.

 


 

1REDD+:  Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

ASMOREX tem papel fundamental para que comunidade supere a pandemia

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ASMOREX estabelece medidas para evitar o contágio e controlar a crise causada pela pandemia. Conscientização e informação são os principais recursos para que a comunidade seja parte da solução.

Comissão ASMOREX

Diante da crise causada pela pandemia de COVID-19 e em resposta ao aumento de casos na região de Machadinho D’Oeste (Rondônia), a diretoria da ASMOREX (Associação dos Moradores da RESEX Rio Preto-Jacundá), proponente do Projeto REDD+ de mesmo nome, estabeleceu medidas para evitar o contágio da comunidade extrativista.

Para proteger a população local, a primeira e mais importante providência foi orientar os moradores a não receberem visitas externas em qualquer circunstância que não envolvesse serviços essenciais. Além disso, seguindo as recomendações de distanciamento social, o transporte comunitário para a cidade foi suspenso, permanecendo restrito apenas ao deslocamento para abastecimento de alimentos, suprimentos e situações de emergência em saúde.

Mesmo diante do cenário enfrentado em Rondônia naquele período, nenhum dos moradores da Reserva havia apresentado sintomas ou suspeita de contaminação pelo vírus, e as atividades extrativistas continuavam sem impactos diretos. Esse resultado refletia o trabalho preventivo desenvolvido pela associação. Ainda assim, o aumento constante de casos no município seguia gerando preocupação entre as lideranças locais.


José Pinheiro Borges

“Temos uma preocupação porque o número é muito crescente aqui no município e isso pode resultar em um lockdown.”

José Pinheiro Borges, Presidente da ASMOREX


Comunidades engajadas como parte da solução

Diante desse cenário, a conscientização da população tornou-se o principal recurso para evitar medidas mais restritivas e minimizar impactos adicionais sobre a economia local.

Em regiões isoladas, especialmente durante períodos de crise sanitária, o engajamento das comunidades é fundamental para que elas se tornem parte ativa da solução. Nesse contexto, os projetos REDD+ desempenham um papel importante ao apoiar as populações locais e fortalecer sua capacidade de resposta diante de desafios socioambientais.

O apoio de organizações comunitárias, como a ASMOREX, é essencial para garantir que informações confiáveis cheguem aos moradores e que ações preventivas sejam implementadas de forma coordenada, contribuindo para a proteção das famílias e para a manutenção da qualidade de vida na Reserva.



Quer saber mais sobre o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá, que além de promover o monitoramento florestal e da biodiversidade, contribui para o desenvolvimento sustentável das comunidades da Reserva Extrativista?


Conheça o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá

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Biofílica: há 12 anos transformando a conservação de florestas num negócio sustentável

No mês de junho a Biofílica completou 12 anos!
Em comemoração, leia mais sobre a origem e o propósito por trás do nosso negócio.

 

Em 2008, nossos sócios-fundadores já enxergavam a dimensão do problema causado pelo descaso coletivo com o meio ambiente, mas também a oportunidade de se investir na conservação de florestas. Assim criamos a Biofílica Investimentos Ambientais que tem como principal objetivo a comercialização dos serviços ambientais das florestas. Um negócio inovador, lucrativo e com altíssimo impacto positivo no social e  no ambiental.

 

A inspiração do nome vem do belíssimo e cada vez mais atual livro Biophilia, de Edward O. Wilson, e quer dizer algo como “harmonia com o mundo natural” e “sentimento de conexão com a natureza”.

 

 

Leia agora uma amostra do livro Biophilia (em inglês), que deu origem ao nome da Biofílica.

Nesses 12 anos de trajetória, ficamos felizes em ver uma mudança de pensamentos e um mundo cada vez mais focado em buscar soluções sustentáveis de desenvolvimento, ao mesmo tempo que nossas atividades trazem resultados que nos deixam muito orgulhosos. Temos hoje em nosso banco de ofertas 4.7 milhões de hectares disponíveis para Compensação de Reserva Legal e nossos projetos REDD+ somam quase 1,5 milhões  de hectares de florestas conservadas e bem geridas. 

Esse progresso só é possível graças a todos os nossos clientes que fazem sua parte e se preocupam em investir em créditos de carbono que financiam a conservação de florestas como forma de neutralizar suas emissões de CO2.

Clique aqui e conheça nossos clientes

Não queremos parar por aqui! Por isso, continuamos a expandir nossas atividades para atender essa crescente demanda e seguirmos juntos no combate ao desmatamento e na conservação das florestas tropicais.

 

Siga a Biofílica nas redes sociais e fique por dentro das nossas novidades:

 

Mata Atlântica:
a beleza e a riqueza do litoral brasileiro

No dia de uma das florestas mais ricas em biodiversidade do mundo, promover a conservação de sua área de cobertura nativa remanescente é o melhor presente que podemos oferecer.

Responsável pela beleza do litoral brasileiro, a Mata Atlântica é ao mesmo tempo uma das florestas mais ricas em biodiversidade do mundo e uma das mais ameaçadas. Com uma composição que chama atenção por englobar variadas formações florestais nativas e ecossistema associados, hoje restam apenas 12,4% da cobertura original, que abriga cerca de 20 mil espécies de flora e mais de 2 mil espécies de fauna. Entre elas, 383 dos 633 animais ameaçados de extinção no Brasil, como o mico-leão-dourado, símbolo desse bioma, e a onça-pintada.

 

 

Abrangendo 17 estados brasileiros, sua importância vai além, com um papel essencial, por exemplo, para o abastecimento de água, regulação do clima, agricultura elétrica e turismo das regiões adjacentes.

Devido a sua localização e riqueza, desde a colonização a floresta sofre com a exploração e o desmatamento. Na tentativa de proteger o que restou de mata nativa, no ano de 1937, em uma área de Mata Atlântica entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, foi criado o primeiro parque nacional brasileiro. 55 anos depois, em 1992, o bioma foi reconhecido pela UNESCO como Reserva da Biosfera, instrumento que protege e apoia o uso sustentável de áreas de floresta tropical.

Comemorado hoje, 27 de maio, o Dia da Mata Atlântica é dedicado a ressaltar importância e promover a conservação do bioma. A data foi escolhida por em 1560, ser o dia que o Padre Anchieta assinou a Carta de São Vicente, onde pela primeira vez descreveu a biodiversidade de nossas florestas tropicais.

 

Sua propriedade rural está localizada nesse bioma e tem déficit de Reserva Legal?
Saiba agora como regularizar e contribuir para a conservação da Mata Atlântica sem perder áreas produtivas!

 

Fontes:
MMA  /  SOS Mata Atlântica  /  WWF

Afinal, o que é REDD+?

Um guia para entender o que é REDD+ e como esse investimento agrega valor ao seu negócio enquanto contribui para a conservação das florestas.

O aumento do desmatamento e da degradação das florestas nas últimas décadas é motivo de preocupação, considerando que essas atividades representam uma parcela significativa das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil e no mundo.

Diante da necessidade de reduzir essas emissões e mitigar os efeitos das mudanças climáticas, foi criado, a partir de um esforço internacional de pesquisadores e com apoio das Nações Unidas, o mecanismo REDD+.

O que é REDD+


A importância das florestas

O desmatamento, a degradação florestal e as mudanças no uso do solo, incluindo atividades como a agropecuária, contribuem com aproximadamente 23% das emissões antropogênicas acumuladas de Gases de Efeito Estufa (GEE) no mundo desde 19611.

No Brasil, essas atividades representaram cerca de 69% das emissões nacionais em 20182.

Nesse contexto, a conservação das florestas contribui não apenas para a redução das emissões de gases de efeito estufa, mas também para a proteção de bacias hidrográficas, a estabilidade do regime de chuvas e a manutenção da biodiversidade.

Além disso, as florestas geram benefícios sociais e econômicos para comunidades que dependem de seus recursos, criando oportunidades para geração de emprego e renda por meio do uso sustentável da biodiversidade.

Dados sobre REDD+

Fontes:


E o que é REDD+?

REDD+ é um mecanismo que tem como objetivo evitar as emissões de gases de efeito estufa associadas ao desmatamento e à degradação das florestas, permitindo a remuneração de iniciativas que mantêm as florestas em pé.

Ao evitar que áreas florestais sob ameaça sejam convertidas para outros usos da terra, é possível gerar créditos de carbono que, quando comercializados, tornam a conservação florestal economicamente mais atrativa.

Esse mecanismo fecha seu ciclo quando os recursos provenientes dos créditos de carbono são direcionados para a manutenção da floresta, ações de conservação e o desenvolvimento sustentável dos territórios.

Definição REDD+

Funcionamento do mecanismo REDD+


Na prática, como isso funciona?

Inicialmente, são realizados estudos para avaliar a viabilidade de implantação de um projeto REDD+ em determinada área.

Nesse processo são analisados fatores como:

  • Área de floresta conservada;
  • Risco de desmatamento considerando o contexto regional;
  • Principais vetores de pressão sobre a floresta;
  • Estratégias necessárias para conservação da área.

A partir dessa análise, são definidas estratégias fundamentadas em:

  • Incentivos financeiros para reduzir o desmatamento, especialmente em áreas sob pressão de conversão do uso do solo;
  • Redução da degradação florestal em áreas que perderam parte de sua qualidade ecológica;
  • Promoção do desenvolvimento sustentável, gerando benefícios ambientais, sociais e econômicos.

Após o monitoramento e a avaliação da efetividade das estratégias implementadas, são calculadas as emissões de CO₂ evitadas e, posteriormente, são gerados os créditos de carbono.

Créditos de carbono REDD+


Os projetos REDD+ são confiáveis?

Projetos REDD+ seguem metodologias e diretrizes desenvolvidas por organizações independentes de certificação, responsáveis por estabelecer critérios para implementação, monitoramento e verificação das iniciativas.

Esses padrões garantem maior rigor técnico, transparência e acompanhamento dos benefícios ambientais e sociais associados aos projetos, incluindo o envolvimento de comunidades locais e demais partes interessadas.

Uma das principais referências do mercado voluntário de carbono é a Verra, organização internacional responsável por padrões reconhecidos globalmente, como o Verified Carbon Standard (VCS) e o Climate, Community & Biodiversity Standards (CCB).

A Verra é reconhecida por sua atuação no desenvolvimento de metodologias e certificação de projetos voltados à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), além da geração de benefícios sociais, ambientais e econômicos.

Antes de investir em um projeto REDD+, é fundamental verificar se a iniciativa possui certificação independente e segue padrões reconhecidos internacionalmente.


Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá ganha espaço no site da Verra


REDD+ está dando resultado?

Sim. Projetos REDD+ têm demonstrado resultados positivos na redução do desmatamento e na conservação de áreas florestais.

Nas áreas onde atuavam os projetos REDD+ da Biofílica, a taxa de desmatamento foi reduzida em 75% entre 2015 e 2018, enquanto a taxa de desmatamento na Amazônia brasileira cresceu 7% no mesmo período.

Até o final de 2019, os projetos contribuíram para a conservação de aproximadamente 1,2 milhão de hectares de florestas, áreas que abrigavam pelo menos 340 espécies de flora, 1.200 espécies de animais e impactavam cerca de 1.500 pessoas.

Esses resultados demonstram como projetos REDD+ podem combinar impacto climático, conservação da biodiversidade e desenvolvimento sustentável dos territórios.


A importância da gestão e conservação de florestas refletida em nosso crescimento


Quem pode investir em projetos REDD+?

Atualmente, empresas, instituições e organizações que buscam compensar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) e contribuir para a conservação das florestas podem investir em projetos REDD+ por meio da aquisição de créditos de carbono.

Além do mercado voluntário, iniciativas de conservação florestal também podem receber investimentos de governos e programas internacionais voltados à proteção ambiental e ao enfrentamento das mudanças climáticas.


Por que líderes com visão de futuro estão investindo em projetos REDD+?

Em um cenário empresarial cada vez mais competitivo, organizações de diferentes setores enfrentam o desafio de se diferenciar no mercado e, ao mesmo tempo, assumir responsabilidade pelos impactos ambientais associados às suas atividades.


Investir em projetos REDD+ por meio da aquisição de créditos de carbono é uma estratégia que conecta descarbonização, conservação ambiental e geração de valor para empresas.

Entre os principais benefícios estão:

  • Reconhecimento e gestão dos impactos ambientais associados às operações;
  • Engajamento de colaboradores, clientes e demais stakeholders;
  • Fortalecimento dos indicadores ambientais, sociais e de governança (ESG);
  • Diferenciação competitiva no mercado;
  • Fortalecimento da reputação e da imagem da marca;
  • Atração de investidores e parceiros estratégicos.


Comece agora a fazer a diferença para o planeta e para sua empresa.

Descubra como projetos REDD+ podem apoiar sua estratégia de descarbonização e contribuir para a conservação das florestas.


Quero investir em projetos REDD+


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica desenvolve Soluções Baseadas na Natureza para apoiar empresas em suas jornadas de descarbonização. A empresa atua com projetos de carbono, restauração florestal, inventários de emissões de gases de efeito estufa e estratégias de redução e compensação, integrando ciência, tecnologia, inteligência territorial e sistemas próprios para gerar impacto positivo para o clima, a biodiversidade e a sociedade.

Caatinga: um bioma exclusivamente brasileiro

Hoje é o Dia da Caatinga, a única floresta 100% brasileira que compõe os belos cenários nordestinos.

Predominante na região nordeste, a Caatinga é o bioma de clima semiárido com a maior biodiversidade do mundo e o único encontrado exclusivamente em território nacional. Sua flora e fauna chamam atenção por abrigarem cerca de 5.300 espécies de plantas, sendo 1.547 exclusivas dessa região, e mais de 1.000 espécies de animais, entre eles a ararinha-azul, ave com maior risco de extinção do Brasil.

Ainda que sua área corresponda a 11% do território nacional e 70% da região nordeste, 45% da paisagem da floresta já foi devastada pela ação do homem e cerca de 15% sofre risco de desertificação pelo alto grau de degradação.

 

 

Como forma de preservar o bioma, aproximadamente 9% de sua área está protegida em Unidades de Conservação, sendo essa uma das formas
de Compensação de Reserva Legal na Caatinga.

O dia desta importante floresta, celebrado no dia 28 de abril, foi criado para conscientizar a todos sobre a importância da conservação e do
uso sustentável de suas riquezas.

Sua propriedade rural está localizada nesse bioma e tem déficit de Reserva Legal?
Saiba agora como regularizar e contribuir para a conservação da Caatinga sem perder áreas produtivas! 

 

 

Manejo Florestal Sustentável do Projeto REDD+ Jari Amapá e a manutenção da biodiversidade de fauna

Monitoramento da biodiversidade realizado no projeto aponta que os resultados encontrados para fauna nas áreas de manejo sustentável de florestas são semelhantes aos das florestas primárias

 

Desenhadas para gerar impactos positivos ao clima, comunidade e biodiversidade, as atividades dos projetos REDD+ são constantemente monitoradas, de forma a serem aprimoradas e a evitar que tenham o efeito inverso. Em 2019, foi a vez de avaliar os resultados do monitoramento da biodiversidade na zona do projeto REDD+ Jari Amapá.

O manejo sustentável de florestas é uma atividade produtiva que envolve a exploração racional da floresta, com o intuito de gerar benefícios econômicos e sociais com o mínimo de impacto ambiental, de forma que a floresta possa se recuperar após a exploração e continuar provendo serviços ecossistêmicos. Diante disso, um dos principais resultados obtidos no estudo refere-se à conservação da fauna, essencial para a manutenção e funcionalidade da floresta. Os dados mostraram que as florestas manejadas, devido às boas práticas utilizadas, mantiveram uma diversidade de aves semelhante à da floresta primária, com diferenças apenas na abundância de algumas espécies.

Também foram obtidos bons resultados para mamíferos de grande e médio porte, por mais que a riqueza de espécies tenha sido maior nas áreas de floresta primária. Pelos registros, o manejo florestal não afetou a composição e a abundância relativa da maioria das espécies, apontando, inclusive, que a comunidade de fauna está bem estabelecida, uma vez que foram observadas espécies carnívoras topo de cadeia alimentar, como a onça pintada e jaguatirica. Ademais, foram encontradas potenciais espécies dispersoras de sementes, essenciais nos processos ecológicos e de recuperação da floresta.

A existência das florestas primárias associadas às áreas de manejo florestal mostrou-se um ótimo arranjo para manutenção da biodiversidade de fauna, principalmente para as espécies pouco tolerantes à presença humana ou à perturbação da floresta. Da mesma forma, as semelhanças encontradas entre as florestas nativas e manejadas indicam que os protocolos de manejo têm sido eficientes e cumprem com o principal papel de contribuir com o desenvolvimento sustentável da região e preservar a biodiversidade local.

Colabore para que os projetos REDD+ da Ambipar Environment continuem protegendo a biodiversidade da Amazônia.

Clique e converse com nosso time

Rede elétrica chega a 59 famílias de Nova Conquista, no Vale do Jari

O sonho de 59 famílias que vivem na comunidade de Nova Conquista, no município de Vitória do Jari, acaba de se tornar realidade.
Após a otimização da estrutura da rede elétrica de fornecimento de energia, com a disponibilização de 3.500 mil metros de fios, postes de cimento e transformadores, com essas ações a rede elétrica pública chegou a suas casas.

 

Projeto REDD+ Jari - Rede elétrica chega a 59 famílias de Nova Conquista

 

A grande conquista foi o resultado das ações do Projeto REDD+ Vale do Jari, uma parceria da Ambipar Environment e Fundação Jari, para atender às necessidades e promover o bem-estar dos moradores da região. A partir dos recursos provenientes dos investimentos socioambientais em créditos de carbono, foi possível viabilizar a logística de mobilização comunitária, instalação de rede de eletrificação e assistência técnica à comunidade.

Em uma área constantemente ameaçada pela atividade humana, o trabalho do projeto fomenta a importância da conservação florestal. Na prática, o retorno para a população local de recursos que são resultado de manter florestas em pé fortalece a ideia de que é possível desenvolver a economia do local de forma sustentável.

O impacto positivo de um investimento em créditos de carbono originados de Projetos REDD+ reflete muito além da conservação das florestas, reflete diretamente também na qualidade de vida das comunidades onde atuam. Saiba como a sua empresa pode fazer a diferença.