Servidão Ambiental: O que é?

Saiba o que é, para que serve e os benefícios da Servidão Ambiental, instrumento previsto no Novo Código Florestal e vantajosa opção de Compensação de Reserva Legal.

 

 

Servidão Ambiental é um instrumento de proteção de áreas de vegetação nativa previsto na Política Nacional de Meio Ambiente, que consiste na renúncia voluntária do proprietário rural ao direito de uso, exploração ou supressão dos recursos naturais existentes em uma determinada área da sua propriedade.

Essa renúncia pode ser da área total ou parcial do imóvel, temporária ou permanente, sendo o prazo mínimo 15 anos e não se aplica às áreas de preservação permanente ou de reserva legal.

 


Para que serve uma área de Servidão Ambiental?

A servidão ambiental tem o intuito de valorizar o imóvel e, principalmente, proteger os recursos naturais para contribuir com a preservação do meio ambiente.

 


Como aderir e quais são os benefícios?

A norma da servidão ambiental é regida pelo Novo Código Florestal (Lei 12.651/12) e garante ao produtor benefícios caso opte por ceder essa área.

Para aderir, é necessário registrar a área por instrumento público ou particular ou por termo administrativo firmado perante órgão integrante do Sisnama, obedecendo todas as regras instituídas.

Os benefícios em ceder a área para Servidão Ambiental podem variar entre os estados, mas em geral, além das vantagens da preservação da mata nativa para o meio ambiente, ao instituir uma área de servidão ambiental o proprietário tem incentivos tributários e pode rentabilizar a área disponibilizando-a para o arrendamento com a finalidade de Compensação de Reserva Legal.

Para produtores que procuram uma solução para compensar sua Reserva Legal, esta também se mostra uma opção vantajosa.

 


 

Arrendamento por Servidão Ambiental

Uma das modalidades de Compensação de Reserva Legal se dá por meio do arrendamento de áreas em Servidão Ambiental.

Veja as principais particularidades desta modalidade:

  • Pagamento anual (R$/hectare/ano)
  • As áreas devem ser equivalentes, estar no mesmo bioma e preferencialmente no mesmo Estado
  • A Servidão Ambiental funcionará como a Reserva Legal do imóvel com deficitário e ficará vinculada a este pelo prazo do arrendamento, sendo no mínimo 15 anos
  • O Arrendador (proprietário) fica responsável pela manutenção da Servidão Ambiental
  • Não há o acréscimo de área a ser compensada
  • A Servidão Ambiental e o Contrato devem ser averbados na matrícula dos imóveis
  • Após encerramento do prazo é necessário renovar a contratação da área ou proceder nova locação em outro imóvel

 

 


 

A Ambipar possui áreas disponíveis para regularizar o seu imóvel nessa modalidade
e todo conhecimento técnico para acompanhar todo o processo de regularização.

 

 

Projeto REDD+ Jari Amapá completa sua 3ª verificação de créditos de carbono

Projeto REDD+ Jari Amapá completa sua 3ª verificação de créditos de carbono em 10 anos de projeto e é selecionado pela Plataforma Compromisso com o Clima

?? Terceira verificação realizada confere ao projeto sucesso na permanência da floresta e desenvolvimento social comunitário – veja o vídeo!

 

O primeiro Projeto REDD+ da Biofílica, Jari Amapá, completa 10 anos em 2021 e acaba de passar pela terceira verificação de créditos de carbono pelo padrão de certificação Verra. Único projeto privado REDD+ do estado do Amapá até hoje, onde são desenvolvidas e propostas um conjunto de ações de combate ao desmatamento somado a atividades sociais, de clima e biodiversidade que resultam no objetivo do mecanismo: a Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal somado (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento dos estoques de carbono florestal.

 

Esta terceira verificação é especial pois se trata da primeira verificação do padrão Climate, Community and Biodiversity (CCB), contando com o Selo Ouro para Biodiversidade. Isso significa que o plano inicialmente validado, com a finalidade de geração de impactos positivos líquidos ao clima, às comunidades locais e à biodiversidade está sendo implementado e já apresenta os primeiros resultados – as auditorias de verificação acontecem durante todo o ciclo de vida do projeto e tem como objetivo constatar a veracidade dos resultados apresentados.

 

 


 

Com mais essa conquista, a Biofílica conclui a maior verificação da sua história: 1,5 milhão de toneladas de crédito de carbono (safras 2014 a 2019).

 


 

Após análises de alto rigor técnico e profunda diligência jurídica pelo time do Instituto Ekos e Mattos Filho, respectivamente, o Projeto REDD+ Jari Amapá conquistou seu espaço na Plataforma Compromisso com o Clima (Edital Ekos)

 


 

 

Um ciclo em prol da produção de alimentos de forma sustentável e com retorno econômico

As vendas dos créditos de carbono florestais do projeto REDD+ Jari Amapá tem sua remuneração revertida na promoção de agricultura familiar sustentável para 33 famílias de 6 comunidades da região. Graças ao crescimento de faturamento nos próximos anos o projeto intensificará as ações já realizadas e será expandido para três comunidades adicionais em 2021. Desde o início do projeto, áreas de pastagem e culturas agrícolas improdutivas deram lugar a sistemas produtivos mais eficientes e locais de regeneração florestal a partir do fornecimento de suporte técnico, elaboração de plano de uso das áreas e acesso a insumos e equipamentos aos agricultores.

 

 

 


 

 

Conheça outras histórias do Projeto REDD+ Jari:

 

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Sua empresa pode contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia enquanto neutraliza emissões por meio dos créditos de carbono.

 

Atlas Governance compensa em dobro suas emissões de CO2 com créditos de carbono da Ambipar

Iniciativa ambiental faz parte do modelo de negócio da empresa e é uma tendência entre as políticas de ESG

 

Consciente de seu papel como maior portal de governança corporativa da América Latina, a startup Atlas Governance, anunciou que neutralizou em dobro suas emissões de carbono realizadas em 2020, e agora é uma das poucas empresas no mundo reconhecidas como “climate positive”, ou carbono negativo. A atitude, parte do core business da companhia e um exemplo de prática ESG, rendeu os selos Carbon Free, da Iniciativa Verde, e o selo de neutralização de emissões em 2020, da Biofílica, pela compra de créditos de carbono provenientes do Projeto REDD+ Jari Pará de conservação da Floresta Amazônica.

“Somos referência no mercado ESG na América Latina e precisamos ser indutores de práticas ambientais e sociais para as empresas com as quais trabalhamos também. Por isso, além deste primeiro passo [neutralização em dobro da emissão de carbono], criamos em julho os Comitês de Sustentabilidade e de Diversidade e Inclusão. Este trabalho vai ao encontro ao de nosso propósito: tornar a governança simples, acessível e digital, para que seja condutora das melhores práticas ambientais e sociais em todas as organizações”, declarou Eduardo Carone, CEO da Atlas Governance.

A startup selecionou dois projetos para apoiar na compensação de emissões de CO² realizadas em 2020. Dentre eles o Projeto REDD+ Jari Pará de conservação da Floresta Amazônica. O processo de inventário, auditoria e compensação contou com a assessoria de Mariana Malufe, sócia fundadora da Urbanidade, empresa de soluções ambientais.

Esse movimento de se tornar “climate positive” faz parte da estratégia integral de sustentabilidade que a startup iniciou neste ano e que será continuada com outras ações, visando o crescimento sustentável e consciente da companhia.

“É fundamental que conselheiros e líderes de organizações de todos os portes e setores iniciem seus processos de inventário de emissões, é o primeiro passo para tomar consciência do impacto que suas atividades geram no meio ambiente. E esta consciência vai levá-los ao caminho de redução e emissão de compensações. É possível existir como organização sem causar impacto ao meio ambiente, ou causando impacto positivo. Precisamos fazer a nossa parte e estimular outros a reconhecerem a relevância deste movimento para o mercado e a sociedade”, finalizou Carone.

 

 


O Projeto REDD+ Vale do Jari

O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões de carbono a partir de atividades de conservação florestal.

Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o manejo sustentável e a promoção do agroextrativismo até o monitoramento de biodiversidade, todos financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.

Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.

Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari em conjunto com a Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e têm o potencial de evitar a emissão de 630 mil toneladas de CO2 por ano ao poupar o desmatamento de 562 mil hectares.

 


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, gerando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.

 


 

Sobre a Atlas Governance

Fundada em 2016 por Eduardo Carone, a Atlas Governance é a startup que comanda o maior portal de governança da América Latina. Atualmente está presente em países como Brasil, México, Colômbia, Peru, Chile e Argentina. Mais de 250 clientes utilizam o sistema da empresa, que representam mais de oito mil conselheiros e profissionais de governança.

 

 

 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 

 

 


 

Assessoria de Imprensa | Atlas Governance

NR-7 Comunicação
Bruno Galo (bruno@nr-7comunicacao.com.br)
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 Assessoria de Imprensa | Biofílica / Fundação Jari

Carbono.AG Agência de Comunicação
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A Biofílica agora é Ambipar Environment

Prezad@s,

Com muito entusiasmo gostaria de compartilhar que a Biofílica agora passa a ser a Ambipar Environment, após ser adquirida pelo grupo Ambipar, que atua em diversos segmentos oferecendo produtos e serviços completos voltados à gestão ambiental.

 

O negócio celebrado essa semana tem como objetivo acelerar nosso crescimento, potencializando a sinergia com a Ambipar e ampliando o portfólio de serviços ambientais do grupo. O plano de expansão para os próximos meses prevê investimento massivo no desenvolvimento de projetos e programas de carbono Nature-Based Solutions (NBS) e, a médio prazo, nossa missão é nos tornar a maior empresa de NBS do mundo.

Para a Ambipar, a aquisição incrementa seu portfólio, pois passa a atuar com projetos de conservação na Amazônia, reflorestamento e restauração, manejo agropecuário sustentável e compensação de reserva legal, incorpora o know-how sobre estratégias de gestão de Gases de Efeito Estufa (GEE) muito demandado pelos atuais clientes, amplia seu conhecimento regulatório nacional e internacional sobre mudanças climáticas e mercados de carbono, e reforça os pilares de Meio Ambiente e Social do ESG.

Eu continuarei à frente do negócio, assim como todo nosso time, que será ampliado, e dará seguimento aos projetos e atividades que estão em andamento e seguirá em busca de inovações e melhorias para atender nossos clientes e parceiros.

 


NOVAS SOLUÇÕES

 

 

Incorporamos recentemente ao nosso portfólio mais duas soluções que atendem à demanda de compensação de emissões por meio de créditos de carbono: a Agricultural Land Management (ALM) — abordagem na qual os produtores rurais adotam tecnologias inovadoras e práticas aprimoradas de manejo que permitem melhorar a qualidade e o armazenamento de carbono no solo, desta forma, intensificando a produção agropecuária ao mesmo tempo em que geram os créditos de carbono; e Afforestation/Reforestation (AR) — abordagem baseada no armazenamento de carbono na biomassa por meio do plantio de novas árvores em áreas onde não havia floresta (afforestation) e em áreas onde houve desmatamento (reforestation), recuperando o ecossistema natural.

Pioneiros no mercado nacional de serviços ambientais, nossa intenção é estar sempre acompanhando a evolução desse mercado, agregando novas abordagens. Entre elas, o Blue Carbon — abordagem que gera créditos de carbono por meio da conservação e restauração dos ecossistemas costeiros e marinhos.

 


PLANO DE CRESCIMENTO

Os recursos dessa transação serão investidos no desenvolvimento da Plataforma Biofílica, que utilizará tecnologia de ponta para originação de créditos em agricultura e comercialização de serviços ambientais, e também no desenvolvimento de grandes projetos de REDD+ e Restauração Florestal, com o objetivo de nos tornar a maior empresa focada em Nature Based Solutions do mundo.

Nosso foco, dedicação, inteligência e fidelidade aos nossos clientes e parceiros não muda. Estaremos ainda mais preparados para oferecer soluções às empresas, governos e indivíduos que pretendem neutralizar as emissões de carbono das suas atividades que não puderam ser evitadas, além de promover a geração de impactos positivos ao clima, à sociedade e à biodiversidade.

 

Um abraço virtual,

Plínio Ribeiro
Cofundador e CEO
Biofílica Ambipar Environment

 


 

Estela Passoni neutraliza emissões com créditos de carbono via Calculadora de CO2 da Biofílica

Ação de apoio à conservação de cerca de 10 mil árvores nativas da Amazônia se soma a outras iniciativas do restaurante focado em alimentação saudável e consciente.

Reduzir ao máximo o impacto ambiental sempre esteve entre as principais preocupações do Estela Passoni, restaurante que nasceu como delivery e há 4 anos ocupa um sobrado no bairro paulistano de Pinheiros. Focada em oferecer comida saudável sem ser dietética, que promova o bem-estar e, ao mesmo tempo, conscientize em relação ao meio ambiente, agora a casa dá mais um passo na busca por sustentabilidade nas operações ao neutralizar as emissões de CO2 ou dióxido de carbono referentes ao ano de 2020. A ação contribuiu para a preservação de quase 10 mil árvores nativas da Amazônia, no Pará.

 

Entrada do restaurante, em Pinheiros. Foto: Bruno Geraldi
Entrada do restaurante, em Pinheiros. Foto: Bruno Geraldi

 

Todo o processo foi conduzido pela Biofílica, empresa brasileira com foco na conservação de florestas nativas a partir da comercialização de serviços ambientais e no desenvolvimento e negociação de créditos de carbono. A emissão e venda dos créditos seguem um processo rigoroso e é o mecanismo pelo qual a floresta consegue manter-se em pé, gerando valor para as comunidades do entorno. 

Por meio da Calculadora de CO2 da Biofílica, o restaurante calculou suas emissões e as neutralizou ao adquirir créditos de carbono provenientes do Projeto REDD+ Jari Pará. O projeto é certificado pelo Verified Carbon Standard (VCS) e seus créditos estão registrados no Verra Registry, plataforma de registro com reconhecimento internacional, o que garante a rastreabilidade e a qualidade dos créditos de carbono gerados.

 


Muito além da comida

 

Desde o início, a proposta da casa é dar mais destaque às verduras, legumes e vegetais no lugar das proteínas de origem animal – que são restritas a frango e peixe, ambos de origem orgânica e certificada. Mas a preocupação com o meio ambiente não se limita aos alimentos usados na cozinha. Com o tempo, o Estela também passou a ser ponto de coleta de produtos que têm difícil descarte: esponja, material escolar, pilha e bateria, tampinhas de plástico e metal. Tem parceria com uma empresa que recolhe vidro e alumínio e, para as bebidas, não usa nenhuma embalagem de plástico, só vidro ou metal. Além disso tudo, e apesar de ter sido necessário entrar em aplicativos de entrega durante a pandemia, mantém um delivery próprio, mesmo com todos os desafios que a medida representa.  

Em 2020, com o aumento do volume de entregas por conta da pandemia, o restaurante decidiu que era preciso fazer algo para compensar o meio ambiente.

 

“Foi feito um cálculo das nossas emissões de dióxido de carbono e constatamos que a maior parte das 19 toneladas emitidas estava ligada ao transporte dos funcionários e entregadores. Como se trata de um gasto inevitável, decidimos investir em créditos de carbono e contribuir ativamente para a preservação da floresta amazônica”, afirma Mariana Yoshimoto, responsável pelo atendimento e operação do Estela Passoni.

 

A prática de investir em um projeto de neutralização de emissões é internacionalmente reconhecida como um esforço para compensar impactos ambientais nas operações em diferentes segmentos da economia. “A caminhada para sermos mais sustentáveis é longa, mas nos sentimos orgulhosos e felizes pela iniciativa e incentivamos que outras pequenas e médias empresas, ou até mesmo pessoas físicas, também façam sua parte”, completa Mariana. 

 


O Projeto REDD+ Vale do Jari

O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões de carbono a partir de atividades de conservação florestal.

Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o manejo sustentável e a promoção do agroextrativismo até o monitoramento de biodiversidade, todos financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.

Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.

Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari em conjunto com a Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e têm o potencial de evitar a emissão de 630 mil toneladas de CO2 por ano ao poupar o desmatamento de 562 mil hectares.

 


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, gerando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.

 


Sobre o Estela Passoni

Estela Passoni nunca sonhou em ser cozinheira, mas as restrições alimentares da filha fizeram com que, anos atrás, buscasse aprender a fazer pratos sem carne vermelha; um amigo impossibilitado de mastigar, fez com que criasse dezenas de receitas de sopas. E foi assim, querendo ajudar e alimentar pessoas queridas ao seu redor, que Estela foi parar na cozinha. E foi no boca a boca, a partir dessas sopas, que Estela começou a vender refeições por entrega. A qualidade das sopas e o rápido aumento do número de pedidos não foi mero acaso: alguns anos antes Estela havia cursado gastronomia na Anhembi Morumbi, mas sem pretensões profissionais. A filha, Mariana, se juntou à mãe para se responsabilizar pelo atendimento e hoje, quatro anos depois, vendem centenas de refeições todos os dias entre o serviço de delivery e o restaurante localizado num simpático sobrado no bairro de Pinheiros. A casa conta também com um espaço no salão do restaurante para oferecer produtos conscientes e que promovem o bem-estar, todos feitos por pequenos produtores: purpurina biodegradável, raspadores de língua, canudos de metal reutilizáveis e escovas de dente biodegradável entre outros.

 

 

 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 

 


 

Assessoria de Imprensa | Estela Passoni

Lena Mattar
Tel. (11) 9 9652-3459
lena@lenamattar.com

Adriana Baptista
Tel. (11) 9 9851-1164
adriana@lenamattar.com

 


 Assessoria de Imprensa | Biofílica / Fundação Jari

Carbono.AG Agência de Comunicação
Christian Marxen e Erica Munhoz
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E-mail: atendimento2@carbono.ag

 

 

 

 

Feiras no Vale do Jari comercializam 24 mil toneladas de alimentos

Ações beneficiaram 115 famílias que participam do Programa de Aquisição de Alimentos, apoiadas pelo Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá, em parceria com a Fundação Jari, norteado pelo Projeto REDD+ da Ambipar.

 

 

A política de fomento à produção familiar direcionada aos produtores rurais da região Oeste do Pará, e Laranjal do Jari, Vitória do Jari e Água Branca do Cajari, no Sul do Amapá, tem registrado excelentes resultados. Somente as quatro primeiras feiras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), realizadas no início deste ano, reuniram mais de 100 agricultores que vivem na Reserva Extrativista do Rio Cajari (Resex), unidade de conservação, nas áreas rurais de Laranjal e Vitória.

As ações resultaram em 24 mil toneladas de produtos da agricultura local negociados, gerando R$ 148.082,50 de renda distribuída entre as 115 famílias participantes. Nas oportunidades, foram comercializados apenas os excedentes da produção de farinha de mandioca, hortaliças, frutas, castanhas e do cultivo de peixes.

A iniciativa conta com a participação da equipe do Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap), em parceria com a Fundação Jari. O trabalho de ambas as instituições é prestar assistência técnica e apoio logístico aos agricultores participantes do programa, incentivando-os a expandirem a quantidade e o nível de qualidade dos produtos aliada à conservação em suas propriedades, gerando desenvolvimento socioeconômico sustentável.

 

Todo o trabalho é norteado pelo Projeto REDD+ da Biofílica, mecanismo que propõe um conjunto de ações com foco em atividades sociais, de clima e biodiversidade que resultam na redução das emissões provenientes de desmatamento e degradação florestal.

 

“Este é o resultado – e um bom exemplo – de apenas uma das frentes para as quais trabalhamos de modo a contribuir com o desenvolvimento sustentável da região do Vale do Jari. Nosso objetivo é envolver cada vez mais os produtores rurais agroextrativistas desses municípios na Política de Crédito Rural, ofertando, juntamente com nossos parceiros, um assessoramento técnico adequado”, explica Arnaldo Barbosa dos Santos, engenheiro agrônomo e analista de projetos da Fundação Jari.

 

Nessa esteira, o planejamento da fundação para 2021 é ampliar o acesso dos produtores rurais para atingir R$ 1 milhão no PAA e R$ 500 mil no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

 

 


 

Ações constantes, crescimento à vista

 

A meta da Fundação Jari e dos parceiros é inserir o maior número possível de produtores rurais no contexto da política de fomento à produção familiar com o auxílio das instituições organizadas da sociedade civil. Com isso, é possível garantir os Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) aos beneficiários dos programas.

De modo geral, todo trabalho é desenvolvido para beneficiar um número maior de produtores com acesso aos recursos dos programas nos municípios. Uma vez inseridos, os benefícios são aumento do volume de produtos comercializado nas feiras anualmente; expansão da renda familiar nas unidades de produção; acesso à tecnologia de produção; capacitações e melhoria na qualidade de vida das famílias.

De acordo com Santos, para aprimorar ainda mais as condições de todo o processo que envolve a atividade, a Fundação Jari pretende promover a criação de um comitê para a elaboração de projetos de captação de recursos junto a programas do Governo Federal que estejam alinhados com as necessidades locais, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada entre agentes financeiros, órgãos de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e iniciativa privada.

“Queremos aumentar o volume de investimentos (recursos dos programas) aplicados no desenvolvimento rural sustentável da região. Para tanto, precisamos necessariamente, fundação, representantes de instituições locais de ATER e colaboradores das prefeituras, estar alinhados em busca do fortalecimento desse extenso trabalho”, finaliza.

 

 


 

🔴🎥 Confira a entrevista do coordenador da Fundação Jari, Jorge Rafael Almeida no canal AgroMais

O Programa de Aquisição de Alimentos já beneficiou 115 famílias no sul Amapá e oeste do Pará. Quem conversou com a gente sobre esses resultados foi o Jorge Rafael Almeida, coordenador da Fundação Jari. Acompanhe!


 

 

Sua empresa pode contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia enquanto neutraliza emissões por meio dos créditos de carbono.

 

Calculadora de Carbono: Aprenda a calcular, neutralizar suas emissões

Simplificamos a neutralização de emissões de CO2 para indivíduos, famílias ou pequenas e médias empresas.
Agora você pode calcular e comprar créditos de carbono e neutralizar sua pegada de carbono pela tela do celular ou computador. Compre créditos de carbono online agora!

 

Conheça a Calculadora de Carbono da Biofílica, uma ferramenta digital que permite calcular sua pegada de carbono e comprar créditos de carbono para neutralizar suas emissões. Com ela, tornamos o acesso à compensação de emissões mais acessível para pequenas e médias empresas, indivíduos e famílias.

 


 

O que é e como funciona a Calculadora de Carbono?

 

A calculadora de CO2 é um sistema online que você preenche com dados sobre as suas fontes de emissões. Ao final, ela mensura a pegada de carbono anual e quantos créditos de carbono são necessários para neutralizar essas emissões.

 


 

Como funciona o cálculo?

Para quantificar as emissões, são utilizados dados como a média de consumo de energia elétrica, uso de meios de transporte que consomem combustível, quantidade de resíduos sólidos gerados, entre outros. As bases de cálculo e fontes de emissões foram baseadas na ferramenta do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Caso você queira calcular e neutralizar as emissões da sua empresa, disponibilizamos para download uma planilha para facilitar a coleta dos dados necessários para o preenchimento completo da calculadora de carbono.

 


 

Como as emissões são neutralizadas?

 

A pegada de carbono é neutralizada por meio da compra de créditos de carbono, uma unidade de medida que representa uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida, assim contribuindo para a diminuição do efeito estufa.

 

 

Os créditos de carbono da Biofílica são provenientes de atividades com foco na gestão e conservação de florestas em áreas da Amazônia que estão sob pressão por desmatamento, e para isso utilizamos metodologias e certificações internacionais.

Saiba mais sobre o trabalho da Biofílica

 


 

Para quem é a calculadora?

A calculadora foi pensada para atender indivíduos, famílias ou pequenas e médias empresas que queiram neutralizar o impacto das suas atividades cotidianas em emissões de gases de efeito estufa (GEE) de forma simplificada e totalmente online.

 

“Ficamos muito felizes com a parceria firmada com a Biofílica, uma empresa que tem um propósito muito similiar ao da Go Eco Wash, onde acreditamos que todas as nossas escolhas impactam alguém ou alguma coisa.
Buscamos parcerias sérias, onde possamos juntos investir e colocar esses valores em prática, e o Projeto REDD+ Vale do Jari na Amazônia é uma grande oportunidade de escalar nosso sonho.
Recebemos o Selo de Neutralização de Emissões de Carbono da Biofílica, seus recursos são destinados à preservação da Floresta Amazônica, acreditamos que estamos contribuindo para um futuro melhor.
Obrigado à Biofílica pela oportunidade de fazer parte desse projeto.
Sucesso a todos e parabéns pelo trabalho.”

 

 

Fabiano Santana David
Sócio Diretor
Go Eco Wash

 


 

 

Como posso reduzir ainda mais minhas emissões?

Neutralizar sua pegada de carbono é um importante passo para contribuir com a conservação de florestas e combate ao efeito estufa. De forma complementar, é fundamental tomar iniciativas que busquem reduzir ao máximo nossas emissões.

Algumas atitudes que podem ajudar em casa ou na empresa:

– Prefira meios de transporte coletivos ou que não utilizem combustível fóssil, como bicicletas

– Evite andar sozinho de carro

– Prefira o uso de biocombustíveis aos combustíveis fósseis

– Faça separação do lixo orgânico e reciclável

– Reduza o consumo de carne

– Busque usar mais o ventilador que o ar-condicionado

– Não deixe luzes acesas em ambientes que não estão sendo utilizados.

 

 


 

Aprenda agora a calcular e neutralizar as suas emissões de CO2

Nesse vídeo tutorial, nossa Business Analyst de REDD+ Luisa Cotrim, ensinará o passo a passo para realizar o seu calculo e comprar seus créditos para neutralização online.


 

 

Quer saber as respostas para todas essas perguntas?

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Projeto REDD+ Jacundá: ASMOREX sob nova direção, Denise Viana Borges é a nova presidente da associação.

Nova liderança feminina reflete aumento no envolvimento dos jovens da comunidade na Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX), além de representar avanço na busca pela igualdade de gênero.

Nova diretoria ASMOREX

Em janeiro, a Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX) se reuniu para uma importante assembleia. Nela, foram aprovadas a prestação de contas do ano de 2020, o plano de trabalho — que define o destino dos investimentos daqui para frente — e a nova gestão da associação.

Como todas as decisões das 30 famílias que vivem na região e fazem parte da ASMOREX devem ser tomadas coletivamente, a eleição da diretoria foi unânime. O resultado reforça a fase de pleno engajamento, harmonia e união vivenciada pela comunidade.

A gestão, antes liderada por José Pinheiro, foi passada para Denise Viana Borges, de 25 anos, representante da nova geração de moradores membros da associação, que já participava das atividades como coordenadora do curso de informática.


Além de Denise, a presidente, confira quem compõe a direção da nova gestão:

  • Roseni Matos Dias – Vice-presidente
  • Maria Rosalina de Oliveira Carril Borges – Tesoureira
  • Jorgelino Mota Evangelista – Secretário
  • Renato Bona Marques – Presidente do Conselho Fiscal
  • Mário Sérgio Pinheiro Borges – Suplente do Conselho Fiscal
  • Lucirley Alves de Oliveira – Suplente do Conselho Fiscal

Quando o Projeto REDD+ Jacundá foi iniciado como um investimento na melhoria da qualidade de vida dessas comunidades, em meados de 2012, Denise era uma adolescente que acompanhava seus pais engajados e esperançosos com as mudanças que o projeto poderia proporcionar.

Hoje, ela traz para a liderança o olhar de quem cresceu nesse cenário e deseja contribuir para novas conquistas da comunidade.

“Apesar de ser uma grande responsabilidade em minhas mãos e dos que estão ao meu lado na gestão, me sinto privilegiada não apenas por ser a mais jovem presidente, mas também pelo fato de ser mulher em um cargo de liderança de nossa associação, pois nossa sociedade ainda é bastante machista.

Graças a Deus temos tido oportunidade de mostrar nosso trabalho e, com fé em Deus, vamos poder juntamente com nossos parceiros comemorar grandes vitórias e trazer muito mais benefícios para nossa comunidade e organização.”

Denise Viana Borges

Denise Viana Borges
Presidente
ASMOREX


Desde o início da atuação do projeto, um dos compromissos assumidos foi envolver, capacitar, dar oportunidade e voz aos jovens e às mulheres da ASMOREX. Além de representar um importante avanço na busca pela igualdade de gênero, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a nova liderança também reflete esse crescente engajamento da comunidade, motivo de grande orgulho para todos os envolvidos.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável


ASMOREX

A Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX) é composta por 30 famílias que vivem na região e exerce papel protagonista na tomada de decisões e na definição das ações voltadas à melhoria da qualidade de vida da comunidade.

Essas iniciativas são viabilizadas por meio de investimentos socioambientais provenientes da comercialização de créditos de carbono REDD+ junto a clientes brasileiros e internacionais desde 2012.

Comunidade da RESEX Rio Preto-Jacundá


Projeto REDD+ Jacundá

A Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá é uma Unidade de Conservação criada na década de 1990 para populações tradicionais de origem seringueira.

O Projeto REDD+ Jacundá tem como foco investir na melhoria da qualidade de vida das comunidades, além de promover o monitoramento da cobertura florestal e da biodiversidade, contribuindo para a redução dos impactos sociais e ambientais na região.

Projeto REDD+ Jacundá



Quer saber mais sobre o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá, que além de promover a redução do desmatamento e a mitigação de impactos ambientais, contribui para o desenvolvimento sustentável da comunidade da Reserva Extrativista?


Conheça o Projeto REDD+ RESEX Jacundá

Boas práticas além do discurso: evento da XP dedicado ao tema ESG tem 100% das emissões neutralizadas

Em evento online dedicado a incentivar uma nova forma de investir, em que investidores e empresas constroem um futuro sustentável por meio de suas escolhas, XP dá o exemplo e neutraliza as emissões geradas para realização do Expert XP ESG 2021 por meio de créditos de carbono de projeto REDD+ da Ambipar.

 

 

 

Organizado pela XP, aconteceu nos dias 2 a 5 de março o Expert ESG 2021, um evento 100% online e gratuito dedicado a discutir e incentivar uma nova forma de investir, em que investidores e empresas constroem um futuro sustentável por meio de suas escolhas. Foram 4 dias, 58 palestrantes e 36 horas de discussões sobre temas relacionados a ESG – Meio Ambiente, Social e Governança – e como essa sigla está transformando o mundo de investimentos.

Clique aqui para saber mais sobre o evento.

A exemplo do que foi defendido pelos especialistas, a XP não ficou só no discurso. Consciente de que um evento online, mesmo que emitindo menos CO2 que eventos presenciais, também gera impacto ao meio ambiente, a organizadora se comprometeu a neutralizar todas as emissões do evento por meio da compra de créditos de carbono.

 


Virtual x Presencial

Qualquer tipo de evento, sejam conferências, feiras de negócio ou shows, emite gases de efeito estufa. Eventos virtuais, sem dúvidas, geram um impacto menor ao meio ambiente em emissões de CO2, principalmente por evitarem o deslocamento dos participantes, um dos principais responsáveis pelas emissões de eventos. Entretanto, isso não quer dizer que seu impacto seja nulo.

As emissões geradas estão, sobretudo, relacionadas ao consumo de energia elétrica, tanto pela infraestrutura para realização e transmissão das palestras, quanto pelos espectadores que acompanham o evento de casa.

 


Como é feita a neutralização de emissões?

O primeiro passo é, ao final do evento, calcular a quantidade de emissões de CO2 geradas.
Depois, é feita a compra de créditos de carbono na mesma proporção da quantidade de CO2 emitida, e esses créditos são aposentados em nome do evento.

Para isso, A XP Investimentos realizou uma parceria com a Ambipar Environment, empresa especializada na conservação de florestas, para compra de créditos de carbono do Projeto REDD+1 Jari-Pará, na Amazônia, contribuindo não só com a preservação da floresta, mas promovendo impactos positivos ao clima, às comunidades e à biodiversidade local. Um verdadeiro investimento ESG.

 


Projeto REDD+ Jari-Pará

O projeto REDD+ Jari-Pará, localizado na Amazônia, busca fomentar a conservação florestal e a redução de emissões potenciais de gases de efeito estufa, baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valorize a “floresta em pé”.

Mesmo com sua grande importância, a biodiversidade local é constantemente ameaçada pela degradação das florestas. Por esta razão, o Projeto REDD+ Vale do Jari possui componentes que buscam evitar o desmatamento e minimizar seus impactos socioambientais, promovendo benefícios ao clima, às comunidades e à biodiversidade.

As atividades desenvolvidas pelo projeto são economicamente viáveis devido à combinação das atividades de Manejo Sustentável e a comercialização de créditos de carbono pelo mecanismo REDD+.

Clique aqui e saiba mais sobre o Projeto REDD+ Jari Pará

 

 


 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 


 

1 REDD+: Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

 

 

CashMe investe na neutralização histórica de emissões de carbono

A neutralização foi feita através do Projeto REDD+ Vale do Jari, por meio da aquisição de créditos de carbono da Biofílica.

São Paulo, 22 de março de 2021 – A CashMe, maior fintech de crédito com garantia de imóvel do Brasil, pertencente ao grupo Cyrela, anunciou hoje (22) a neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas pelas suas operações dos últimos 3 anos. Em parceria com a Biofílica, referência nacional do mercado de créditos de carbono e projetos REDD+, a CashMe passa a apoiar atividades socioambientais do Projeto REDD+ Vale do Jari na Amazônia brasileira.

 

Com a iniciativa, a CashMe neutralizou emissões históricas que somam 30 toneladas, sendo 10 toneladas de CO2 emitidas para entre 2018 e 2020. Desta forma, a CashMe avança com sua estratégia e compromisso de Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG), apoiando ações que reduzam os impactos das mudanças climáticas.

“Em dezembro de 2020, criamos a área de sustentabilidade e ESG, com essa iniciativa a CashMe passou a ampliar os esforços internos para a integrar o tema aos negócios, por meio de ações práticas, entendimento dos impactos, riscos e oportunidades. Vimos que a neutralização das nossas emissões era uma ótima oportunidade para iniciarmos nosso movimento. Essa atitude é o começo da nossa participação nessa longa jornada para a construção de um mundo mais justo e sustentável”,
afirma Juliano Belo, co-founder da CashMe.

 

As ações promovidas pelo projeto contam com o assessoramento técnico da Fundação Jari e visam a conservação da floresta, minimizando os impactos socioambientais, promovendo benefícios para o clima, preservação da biodiversidade, e ainda contribuem para o desenvolvimento socioeconômico da região. Atualmente, mais de 60 famílias recebem assessoramento técnico das equipes da Fundação Jari, desenvolvendo técnicas sustentáveis de produção agroextrativista.

 

“Estamos muito contentes em ter a CashMe como parceira para a neutralização de emissões. Esse alinhamento da visão da empresa com a sustentabilidade ambiental, demonstra o seu comprometimento com o futuro e com a Floresta Amazônica”,
explica Plínio Ribeiro, cofundador e CEO da Biofílica.

 


O Projeto REDD+ Vale do Jari

O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões potenciais de gases de efeito estufa a partir de atividades de conservação florestal.

Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o de Manejo Sustentável, promoção do agro extrativismo, monitoramento de biodiversidade que são financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.

Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação de quase 1.2 milhões de hectares da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.

Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari e Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e já evitaram a emissão de 3 milhões de toneladas de CO2 e pouparam o desmatamento de 65 mil hectares.

 


Sobre a CashMe

A CashMe, pertencente ao grupo Cyrela, é a maior fintech de crédito com garantia de imóvel do Brasil. A startup opera nos segmentos de home equity tradicional, crédito à aquisição de imóveis, crédito às incorporadoras com garantia de estoque e capital de giro para empresas de todos os segmentos. Com três anos de operação, a CashMe conta com as melhores condições de crédito e pagamento do mercado, tornando-se uma das empresas referências do setor.

 


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, criando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.

 

 

 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 

 

 


 

Assessoria de Imprensa | CashMe

Kátia Silva
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Assessoria de Imprensa Biofílica/Fundação Jari – Carbono.AG Agência de Comunicação

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