Estela Passoni neutraliza emissões com créditos de carbono via Calculadora de CO2 da Biofílica

Ação de apoio à conservação de cerca de 10 mil árvores nativas da Amazônia se soma a outras iniciativas do restaurante focado em alimentação saudável e consciente.

Reduzir ao máximo o impacto ambiental sempre esteve entre as principais preocupações do Estela Passoni, restaurante que nasceu como delivery e há 4 anos ocupa um sobrado no bairro paulistano de Pinheiros. Focada em oferecer comida saudável sem ser dietética, que promova o bem-estar e, ao mesmo tempo, conscientize em relação ao meio ambiente, agora a casa dá mais um passo na busca por sustentabilidade nas operações ao neutralizar as emissões de CO2 ou dióxido de carbono referentes ao ano de 2020. A ação contribuiu para a preservação de quase 10 mil árvores nativas da Amazônia, no Pará.

 

Entrada do restaurante, em Pinheiros. Foto: Bruno Geraldi
Entrada do restaurante, em Pinheiros. Foto: Bruno Geraldi

 

Todo o processo foi conduzido pela Biofílica, empresa brasileira com foco na conservação de florestas nativas a partir da comercialização de serviços ambientais e no desenvolvimento e negociação de créditos de carbono. A emissão e venda dos créditos seguem um processo rigoroso e é o mecanismo pelo qual a floresta consegue manter-se em pé, gerando valor para as comunidades do entorno. 

Por meio da Calculadora de CO2 da Biofílica, o restaurante calculou suas emissões e as neutralizou ao adquirir créditos de carbono provenientes do Projeto REDD+ Jari Pará. O projeto é certificado pelo Verified Carbon Standard (VCS) e seus créditos estão registrados no Verra Registry, plataforma de registro com reconhecimento internacional, o que garante a rastreabilidade e a qualidade dos créditos de carbono gerados.

 


Muito além da comida

 

Desde o início, a proposta da casa é dar mais destaque às verduras, legumes e vegetais no lugar das proteínas de origem animal – que são restritas a frango e peixe, ambos de origem orgânica e certificada. Mas a preocupação com o meio ambiente não se limita aos alimentos usados na cozinha. Com o tempo, o Estela também passou a ser ponto de coleta de produtos que têm difícil descarte: esponja, material escolar, pilha e bateria, tampinhas de plástico e metal. Tem parceria com uma empresa que recolhe vidro e alumínio e, para as bebidas, não usa nenhuma embalagem de plástico, só vidro ou metal. Além disso tudo, e apesar de ter sido necessário entrar em aplicativos de entrega durante a pandemia, mantém um delivery próprio, mesmo com todos os desafios que a medida representa.  

Em 2020, com o aumento do volume de entregas por conta da pandemia, o restaurante decidiu que era preciso fazer algo para compensar o meio ambiente.

 

“Foi feito um cálculo das nossas emissões de dióxido de carbono e constatamos que a maior parte das 19 toneladas emitidas estava ligada ao transporte dos funcionários e entregadores. Como se trata de um gasto inevitável, decidimos investir em créditos de carbono e contribuir ativamente para a preservação da floresta amazônica”, afirma Mariana Yoshimoto, responsável pelo atendimento e operação do Estela Passoni.

 

A prática de investir em um projeto de neutralização de emissões é internacionalmente reconhecida como um esforço para compensar impactos ambientais nas operações em diferentes segmentos da economia. “A caminhada para sermos mais sustentáveis é longa, mas nos sentimos orgulhosos e felizes pela iniciativa e incentivamos que outras pequenas e médias empresas, ou até mesmo pessoas físicas, também façam sua parte”, completa Mariana. 

 


O Projeto REDD+ Vale do Jari

O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões de carbono a partir de atividades de conservação florestal.

Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o manejo sustentável e a promoção do agroextrativismo até o monitoramento de biodiversidade, todos financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.

Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.

Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari em conjunto com a Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e têm o potencial de evitar a emissão de 630 mil toneladas de CO2 por ano ao poupar o desmatamento de 562 mil hectares.

 


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, gerando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.

 


Sobre o Estela Passoni

Estela Passoni nunca sonhou em ser cozinheira, mas as restrições alimentares da filha fizeram com que, anos atrás, buscasse aprender a fazer pratos sem carne vermelha; um amigo impossibilitado de mastigar, fez com que criasse dezenas de receitas de sopas. E foi assim, querendo ajudar e alimentar pessoas queridas ao seu redor, que Estela foi parar na cozinha. E foi no boca a boca, a partir dessas sopas, que Estela começou a vender refeições por entrega. A qualidade das sopas e o rápido aumento do número de pedidos não foi mero acaso: alguns anos antes Estela havia cursado gastronomia na Anhembi Morumbi, mas sem pretensões profissionais. A filha, Mariana, se juntou à mãe para se responsabilizar pelo atendimento e hoje, quatro anos depois, vendem centenas de refeições todos os dias entre o serviço de delivery e o restaurante localizado num simpático sobrado no bairro de Pinheiros. A casa conta também com um espaço no salão do restaurante para oferecer produtos conscientes e que promovem o bem-estar, todos feitos por pequenos produtores: purpurina biodegradável, raspadores de língua, canudos de metal reutilizáveis e escovas de dente biodegradável entre outros.

 

 

 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 

 


 

Assessoria de Imprensa | Estela Passoni

Lena Mattar
Tel. (11) 9 9652-3459
lena@lenamattar.com

Adriana Baptista
Tel. (11) 9 9851-1164
adriana@lenamattar.com

 


 Assessoria de Imprensa | Biofílica / Fundação Jari

Carbono.AG Agência de Comunicação
Christian Marxen e Erica Munhoz
Telefone: (11) 5542-4599
E-mail: atendimento2@carbono.ag

 

 

 

 

Feiras no Vale do Jari comercializam 24 mil toneladas de alimentos

Ações beneficiaram 115 famílias que participam do Programa de Aquisição de Alimentos, apoiadas pelo Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá, em parceria com a Fundação Jari, norteado pelo Projeto REDD+ da Ambipar.

 

 

A política de fomento à produção familiar direcionada aos produtores rurais da região Oeste do Pará, e Laranjal do Jari, Vitória do Jari e Água Branca do Cajari, no Sul do Amapá, tem registrado excelentes resultados. Somente as quatro primeiras feiras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), realizadas no início deste ano, reuniram mais de 100 agricultores que vivem na Reserva Extrativista do Rio Cajari (Resex), unidade de conservação, nas áreas rurais de Laranjal e Vitória.

As ações resultaram em 24 mil toneladas de produtos da agricultura local negociados, gerando R$ 148.082,50 de renda distribuída entre as 115 famílias participantes. Nas oportunidades, foram comercializados apenas os excedentes da produção de farinha de mandioca, hortaliças, frutas, castanhas e do cultivo de peixes.

A iniciativa conta com a participação da equipe do Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap), em parceria com a Fundação Jari. O trabalho de ambas as instituições é prestar assistência técnica e apoio logístico aos agricultores participantes do programa, incentivando-os a expandirem a quantidade e o nível de qualidade dos produtos aliada à conservação em suas propriedades, gerando desenvolvimento socioeconômico sustentável.

 

Todo o trabalho é norteado pelo Projeto REDD+ da Biofílica, mecanismo que propõe um conjunto de ações com foco em atividades sociais, de clima e biodiversidade que resultam na redução das emissões provenientes de desmatamento e degradação florestal.

 

“Este é o resultado – e um bom exemplo – de apenas uma das frentes para as quais trabalhamos de modo a contribuir com o desenvolvimento sustentável da região do Vale do Jari. Nosso objetivo é envolver cada vez mais os produtores rurais agroextrativistas desses municípios na Política de Crédito Rural, ofertando, juntamente com nossos parceiros, um assessoramento técnico adequado”, explica Arnaldo Barbosa dos Santos, engenheiro agrônomo e analista de projetos da Fundação Jari.

 

Nessa esteira, o planejamento da fundação para 2021 é ampliar o acesso dos produtores rurais para atingir R$ 1 milhão no PAA e R$ 500 mil no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

 

 


 

Ações constantes, crescimento à vista

 

A meta da Fundação Jari e dos parceiros é inserir o maior número possível de produtores rurais no contexto da política de fomento à produção familiar com o auxílio das instituições organizadas da sociedade civil. Com isso, é possível garantir os Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) aos beneficiários dos programas.

De modo geral, todo trabalho é desenvolvido para beneficiar um número maior de produtores com acesso aos recursos dos programas nos municípios. Uma vez inseridos, os benefícios são aumento do volume de produtos comercializado nas feiras anualmente; expansão da renda familiar nas unidades de produção; acesso à tecnologia de produção; capacitações e melhoria na qualidade de vida das famílias.

De acordo com Santos, para aprimorar ainda mais as condições de todo o processo que envolve a atividade, a Fundação Jari pretende promover a criação de um comitê para a elaboração de projetos de captação de recursos junto a programas do Governo Federal que estejam alinhados com as necessidades locais, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada entre agentes financeiros, órgãos de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e iniciativa privada.

“Queremos aumentar o volume de investimentos (recursos dos programas) aplicados no desenvolvimento rural sustentável da região. Para tanto, precisamos necessariamente, fundação, representantes de instituições locais de ATER e colaboradores das prefeituras, estar alinhados em busca do fortalecimento desse extenso trabalho”, finaliza.

 

 


 

🔴🎥 Confira a entrevista do coordenador da Fundação Jari, Jorge Rafael Almeida no canal AgroMais

O Programa de Aquisição de Alimentos já beneficiou 115 famílias no sul Amapá e oeste do Pará. Quem conversou com a gente sobre esses resultados foi o Jorge Rafael Almeida, coordenador da Fundação Jari. Acompanhe!


 

 

Sua empresa pode contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia enquanto neutraliza emissões por meio dos créditos de carbono.

 

Calculadora de Carbono: Aprenda a calcular, neutralizar suas emissões

Simplificamos a neutralização de emissões de CO2 para indivíduos, famílias ou pequenas e médias empresas.
Agora você pode calcular e comprar créditos de carbono e neutralizar sua pegada de carbono pela tela do celular ou computador. Compre créditos de carbono online agora!

 

Conheça a Calculadora de Carbono da Biofílicauma ferramenta digital que permite calcular sua pegada de carbono e comprar créditos de carbono para neutralizar suas emissões. Com ela, tornamos o acesso à compensação de emissões mais acessível para pequenas e médias empresas, indivíduos e famílias.

 


 

O que é e como funciona a Calculadora de Carbono?

 

calculadora de CO2 é um sistema online que você preenche com dados sobre as suas fontes de emissões. Ao final, ela mensura a pegada de carbono anual e quantos créditos de carbono são necessários para neutralizar essas emissões.

 


 

Como funciona o cálculo?

Para quantificar as emissões, são utilizados dados como a média de consumo de energia elétrica, uso de meios de transporte que consomem combustível, quantidade de resíduos sólidos gerados, entre outros. As bases de cálculo e fontes de emissões foram baseadas na ferramenta do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Caso você queira calcular e neutralizar as emissões da sua empresa, disponibilizamos para download uma planilha para facilitar a coleta dos dados necessários para o preenchimento completo da calculadora de carbono.

 


 

Como as emissões são neutralizadas?

 

A pegada de carbono é neutralizada por meio da compra de créditos de carbono, uma unidade de medida que representa uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida, assim contribuindo para a diminuição do efeito estufa.

 

 

Os créditos de carbono da Biofílica são provenientes de atividades com foco na gestão e conservação de florestas em áreas da Amazônia que estão sob pressão por desmatamento, e para isso utilizamos metodologias e certificações internacionais.

Saiba mais sobre o trabalho da Biofílica

 


 

Para quem é a calculadora?

A calculadora foi pensada para atender indivíduos, famílias ou pequenas e médias empresas que queiram neutralizar o impacto das suas atividades cotidianas em emissões de gases de efeito estufa (GEE) de forma simplificada e totalmente online.

 

“Ficamos muito felizes com a parceria firmada com a Biofílica, uma empresa que tem um propósito muito similiar ao da Go Eco Wash, onde acreditamos que todas as nossas escolhas impactam alguém ou alguma coisa.
Buscamos parcerias sérias, onde possamos juntos investir e colocar esses valores em prática, e o Projeto REDD+ Vale do Jari na Amazônia é uma grande oportunidade de escalar nosso sonho.
Recebemos o Selo de Neutralização de Emissões de Carbono da Biofílica, seus recursos são destinados à preservação da Floresta Amazônica, acreditamos que estamos contribuindo para um futuro melhor.
Obrigado à Biofílica pela oportunidade de fazer parte desse projeto.
Sucesso a todos e parabéns pelo trabalho.”

 

 

Fabiano Santana David
Sócio Diretor
Go Eco Wash

 


 

 

Como posso reduzir ainda mais minhas emissões?

Neutralizar sua pegada de carbono é um importante passo para contribuir com a conservação de florestas e combate ao efeito estufa. De forma complementar, é fundamental tomar iniciativas que busquem reduzir ao máximo nossas emissões.

Algumas atitudes que podem ajudar em casa ou na empresa:

– Prefira meios de transporte coletivos ou que não utilizem combustível fóssil, como bicicletas

– Evite andar sozinho de carro

– Prefira o uso de biocombustíveis aos combustíveis fósseis

– Faça separação do lixo orgânico e reciclável

– Reduza o consumo de carne

– Busque usar mais o ventilador que o ar-condicionado

– Não deixe luzes acesas em ambientes que não estão sendo utilizados.

 

 


 

Aprenda agora a calcular e neutralizar as suas emissões de CO2

Nesse vídeo tutorial, nossa Business Analyst de REDD+ Luisa Cotrim, ensinará o passo a passo para realizar o seu calculo e comprar seus créditos para neutralização online.


 

 

Quer saber as respostas para todas essas perguntas?

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Projeto REDD+ Jacundá: ASMOREX sob nova direção, Denise Viana Borges é a nova presidente da associação.

Nova liderança feminina reflete aumento no envolvimento dos jovens da comunidade na Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX), além de representar avanço na busca pela igualdade de gênero.

Nova diretoria ASMOREX

Em janeiro, a Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX) se reuniu para uma importante assembleia. Nela, foram aprovadas a prestação de contas do ano de 2020, o plano de trabalho — que define o destino dos investimentos daqui para frente — e a nova gestão da associação.

Como todas as decisões das 30 famílias que vivem na região e fazem parte da ASMOREX devem ser tomadas coletivamente, a eleição da diretoria foi unânime. O resultado reforça a fase de pleno engajamento, harmonia e união vivenciada pela comunidade.

A gestão, antes liderada por José Pinheiro, foi passada para Denise Viana Borges, de 25 anos, representante da nova geração de moradores membros da associação, que já participava das atividades como coordenadora do curso de informática.


Além de Denise, a presidente, confira quem compõe a direção da nova gestão:

  • Roseni Matos Dias – Vice-presidente
  • Maria Rosalina de Oliveira Carril Borges – Tesoureira
  • Jorgelino Mota Evangelista – Secretário
  • Renato Bona Marques – Presidente do Conselho Fiscal
  • Mário Sérgio Pinheiro Borges – Suplente do Conselho Fiscal
  • Lucirley Alves de Oliveira – Suplente do Conselho Fiscal

Quando o Projeto REDD+ Jacundá foi iniciado como um investimento na melhoria da qualidade de vida dessas comunidades, em meados de 2012, Denise era uma adolescente que acompanhava seus pais engajados e esperançosos com as mudanças que o projeto poderia proporcionar.

Hoje, ela traz para a liderança o olhar de quem cresceu nesse cenário e deseja contribuir para novas conquistas da comunidade.

“Apesar de ser uma grande responsabilidade em minhas mãos e dos que estão ao meu lado na gestão, me sinto privilegiada não apenas por ser a mais jovem presidente, mas também pelo fato de ser mulher em um cargo de liderança de nossa associação, pois nossa sociedade ainda é bastante machista.

Graças a Deus temos tido oportunidade de mostrar nosso trabalho e, com fé em Deus, vamos poder juntamente com nossos parceiros comemorar grandes vitórias e trazer muito mais benefícios para nossa comunidade e organização.”

Denise Viana Borges

Denise Viana Borges
Presidente
ASMOREX


Desde o início da atuação do projeto, um dos compromissos assumidos foi envolver, capacitar, dar oportunidade e voz aos jovens e às mulheres da ASMOREX. Além de representar um importante avanço na busca pela igualdade de gênero, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a nova liderança também reflete esse crescente engajamento da comunidade, motivo de grande orgulho para todos os envolvidos.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável


ASMOREX

A Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX) é composta por 30 famílias que vivem na região e exerce papel protagonista na tomada de decisões e na definição das ações voltadas à melhoria da qualidade de vida da comunidade.

Essas iniciativas são viabilizadas por meio de investimentos socioambientais provenientes da comercialização de créditos de carbono REDD+ junto a clientes brasileiros e internacionais desde 2012.

Comunidade da RESEX Rio Preto-Jacundá


Projeto REDD+ Jacundá

A Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá é uma Unidade de Conservação criada na década de 1990 para populações tradicionais de origem seringueira.

O Projeto REDD+ Jacundá tem como foco investir na melhoria da qualidade de vida das comunidades, além de promover o monitoramento da cobertura florestal e da biodiversidade, contribuindo para a redução dos impactos sociais e ambientais na região.

Projeto REDD+ Jacundá



Quer saber mais sobre o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá, que além de promover a redução do desmatamento e a mitigação de impactos ambientais, contribui para o desenvolvimento sustentável da comunidade da Reserva Extrativista?


Conheça o Projeto REDD+ RESEX Jacundá

Boas práticas além do discurso: evento da XP dedicado ao tema ESG tem 100% das emissões neutralizadas

Em evento online dedicado a incentivar uma nova forma de investir, em que investidores e empresas constroem um futuro sustentável por meio de suas escolhas, XP dá o exemplo e neutraliza as emissões geradas para realização do Expert XP ESG 2021 por meio de créditos de carbono de projeto REDD+ da Ambipar.

 

 

 

Organizado pela XP, aconteceu nos dias 2 a 5 de março o Expert ESG 2021, um evento 100% online e gratuito dedicado a discutir e incentivar uma nova forma de investir, em que investidores e empresas constroem um futuro sustentável por meio de suas escolhas. Foram 4 dias, 58 palestrantes e 36 horas de discussões sobre temas relacionados a ESG – Meio Ambiente, Social e Governança – e como essa sigla está transformando o mundo de investimentos.

Clique aqui para saber mais sobre o evento.

A exemplo do que foi defendido pelos especialistas, a XP não ficou só no discurso. Consciente de que um evento online, mesmo que emitindo menos CO2 que eventos presenciais, também gera impacto ao meio ambiente, a organizadora se comprometeu a neutralizar todas as emissões do evento por meio da compra de créditos de carbono.

 


Virtual x Presencial

Qualquer tipo de evento, sejam conferências, feiras de negócio ou shows, emite gases de efeito estufa. Eventos virtuais, sem dúvidas, geram um impacto menor ao meio ambiente em emissões de CO2, principalmente por evitarem o deslocamento dos participantes, um dos principais responsáveis pelas emissões de eventos. Entretanto, isso não quer dizer que seu impacto seja nulo.

As emissões geradas estão, sobretudo, relacionadas ao consumo de energia elétrica, tanto pela infraestrutura para realização e transmissão das palestras, quanto pelos espectadores que acompanham o evento de casa.

 


Como é feita a neutralização de emissões?

O primeiro passo é, ao final do evento, calcular a quantidade de emissões de CO2 geradas.
Depois, é feita a compra de créditos de carbono na mesma proporção da quantidade de CO2 emitida, e esses créditos são aposentados em nome do evento.

Para isso, A XP Investimentos realizou uma parceria com a Ambipar Environment, empresa especializada na conservação de florestas, para compra de créditos de carbono do Projeto REDD+1 Jari-Pará, na Amazônia, contribuindo não só com a preservação da floresta, mas promovendo impactos positivos ao clima, às comunidades e à biodiversidade local. Um verdadeiro investimento ESG.

 


Projeto REDD+ Jari-Pará

O projeto REDD+ Jari-Pará, localizado na Amazônia, busca fomentar a conservação florestal e a redução de emissões potenciais de gases de efeito estufa, baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valorize a “floresta em pé”.

Mesmo com sua grande importância, a biodiversidade local é constantemente ameaçada pela degradação das florestas. Por esta razão, o Projeto REDD+ Vale do Jari possui componentes que buscam evitar o desmatamento e minimizar seus impactos socioambientais, promovendo benefícios ao clima, às comunidades e à biodiversidade.

As atividades desenvolvidas pelo projeto são economicamente viáveis devido à combinação das atividades de Manejo Sustentável e a comercialização de créditos de carbono pelo mecanismo REDD+.

Clique aqui e saiba mais sobre o Projeto REDD+ Jari Pará

 

 


 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 


 

1 REDD+: Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

 

 

CashMe investe na neutralização histórica de emissões de carbono

A neutralização foi feita através do Projeto REDD+ Vale do Jari, por meio da aquisição de créditos de carbono da Biofílica.

São Paulo, 22 de março de 2021 – A CashMe, maior fintech de crédito com garantia de imóvel do Brasil, pertencente ao grupo Cyrela, anunciou hoje (22) a neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas pelas suas operações dos últimos 3 anos. Em parceria com a Biofílica, referência nacional do mercado de créditos de carbono e projetos REDD+, a CashMe passa a apoiar atividades socioambientais do Projeto REDD+ Vale do Jari na Amazônia brasileira.

 

Com a iniciativa, a CashMe neutralizou emissões históricas que somam 30 toneladas, sendo 10 toneladas de CO2 emitidas para entre 2018 e 2020. Desta forma, a CashMe avança com sua estratégia e compromisso de Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG), apoiando ações que reduzam os impactos das mudanças climáticas.

“Em dezembro de 2020, criamos a área de sustentabilidade e ESG, com essa iniciativa a CashMe passou a ampliar os esforços internos para a integrar o tema aos negócios, por meio de ações práticas, entendimento dos impactos, riscos e oportunidades. Vimos que a neutralização das nossas emissões era uma ótima oportunidade para iniciarmos nosso movimento. Essa atitude é o começo da nossa participação nessa longa jornada para a construção de um mundo mais justo e sustentável”,
afirma Juliano Belo, co-founder da CashMe.

 

As ações promovidas pelo projeto contam com o assessoramento técnico da Fundação Jari e visam a conservação da floresta, minimizando os impactos socioambientais, promovendo benefícios para o clima, preservação da biodiversidade, e ainda contribuem para o desenvolvimento socioeconômico da região. Atualmente, mais de 60 famílias recebem assessoramento técnico das equipes da Fundação Jari, desenvolvendo técnicas sustentáveis de produção agroextrativista.

 

“Estamos muito contentes em ter a CashMe como parceira para a neutralização de emissões. Esse alinhamento da visão da empresa com a sustentabilidade ambiental, demonstra o seu comprometimento com o futuro e com a Floresta Amazônica”,
explica Plínio Ribeiro, cofundador e CEO da Biofílica.

 


O Projeto REDD+ Vale do Jari

O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões potenciais de gases de efeito estufa a partir de atividades de conservação florestal.

Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o de Manejo Sustentável, promoção do agro extrativismo, monitoramento de biodiversidade que são financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.

Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação de quase 1.2 milhões de hectares da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.

Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari e Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e já evitaram a emissão de 3 milhões de toneladas de CO2 e pouparam o desmatamento de 65 mil hectares.

 


Sobre a CashMe

A CashMe, pertencente ao grupo Cyrela, é a maior fintech de crédito com garantia de imóvel do Brasil. A startup opera nos segmentos de home equity tradicional, crédito à aquisição de imóveis, crédito às incorporadoras com garantia de estoque e capital de giro para empresas de todos os segmentos. Com três anos de operação, a CashMe conta com as melhores condições de crédito e pagamento do mercado, tornando-se uma das empresas referências do setor.

 


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, criando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.

 

 

 

Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.

 

 

 


 

Assessoria de Imprensa | CashMe

Kátia Silva
Tel. (11) 3060-3110
katia.silva@edelman.com

Felipe Perrella
Tel. (11) 3066-7773
felipe.perrella@edelman.com

 


 

Assessoria de Imprensa Biofílica/Fundação Jari – Carbono.AG Agência de Comunicação

Christian Marxen e Maira Nascimento
Telefone: (11) 5542-4599
E-mail: atendimento2@carbono.ag

 

 

 

 

Amazônia: descubra qual percentual mínimo de Reserva Legal para sua propriedade

Você sabia que, em algumas situações, é possível reduzir o percentual de Reserva Legal de imóveis do bioma Amazônia de 80% para até 50%?

Saiba se o seu imóvel se enquadra nas condições.

 

 

Por ser uma das regiões mais ameaçadas pelo desmatamento e, ao mesmo tempo, de mais importante conservação por seus ricos ecossistemas e biodiversidade, o percentual mínimo de Reserva Legal1 para imóveis do bioma Amazônia em áreas de floresta é 80%.

Mas, existem algumas situações em que é possível reduzir o percentual para 50%.

 

 


Meu imóvel está em uma região do bioma Amazônia. Posso reduzir o percentual?

O percentual pode ser reduzido de 80% para até 50% se:

✅ O Município em que está localizado o imóvel tem mais de 50% da área ocupada por Unidades de Conservação de domínio público ou por terras indígenas homologadas.

✅ O estado em que está localizado o imóvel tiver Zoneamento Ecológico Econômico aprovado e mais de 65% do seu território ocupado por Unidades de Conservação de domínio público ou terras indígenas homologadas. Nesse caso, é necessária autorização do Conselho Estadual do Meio Ambiente.

✅ Quando indicado pelo Zoneamento Ecológico-Econômico estadual. Não se aplica a áreas prioritárias para conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos e os corredores ecológicos.

 


 

O que é o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE)?

Um mecanismo criado para contribuir com o planejamento econômico, social e ambiental das diferentes regiões do país, já que seu território é amplo e com necessidades diferentes.

Para aliar o desenvolvimento socioeconômico e a conservação dos recursos naturais, esse recurso permite racionalizar o uso e a gestão do território nacional, sugerindo ações adaptadas às particularidades de cada região.

Nosso time especializado está pronto para auxiliar você em todo o processo de regularização, tirar suas dúvidas, além de garantir a melhor solução e negociação para Compensação de Reserva Legal.

 

Nosso time especializado está pronto para auxiliar você em todo o processo de regularização,
tirar suas dúvidas, além de garantir a melhor solução e negociação para Compensação de Reserva Legal.



 

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1 Reserva Legal é a área que todo imóvel rural deve manter de floresta nativa de acordo com o Novo Código Florestal.

Fonte:
• Zoneamento Ecológico-Econômico. MMA
• Qual deve ser o tamanho da reserva legal? Ciflorestas

 

NORSUL e Biofílica: uma parceria valiosa para a proteção da Floresta Amazônica – Parte 2

No Dia da Amazônia, leia o segundo post da série e veja como a parceria da Companhia de Navegação Norsul e da Ambipar beneficia florestas tropicais que atuam como grandes reguladoras climáticas globais.

 

O dia de hoje, 5 de setembro, foi escolhido para celebrar as riquezas e alertar para a importância da preservação da Floresta Amazônica.

Reconhecida por ser a maior floresta tropical do planeta, a Amazônia tem um peso l fundamental para impedir o avanço das mudanças climáticas em todo o mundo. Um deles, por exemplo, é ser a grande responsável pela distribuição de chuvas para América Latina. A capacidade de manter a umidade do ar por todo o leste e sul do continente é primordial para o equilíbrio do clima dessa região e para conter o avanço do aquecimento global.

 

 

No entanto, tudo que ela representa, inclusive sua função de regulação climática, é constantemente ameaçada pelo desmatamento das florestas e degradação do solo. Por essas razões, iniciativas que valorizam a floresta em pé são de tão grande importância e têm sido cada vez mais incentivadas por pessoas e empresas preocupadas com o nosso planeta.

Como explicamos no primeiro post da série, conservar sua biodiversidade é um desafio que envolve contextos ambientais, sociais e econômicos. Por esse motivo, um mecanismo que vem se mostrando eficiente são os Projetos REDD+1.

Um exemplo prático de benefícios para a Amazônia são as atividades do Projetos REDD+ Vale do Jari, que forneceu os créditos de carbono para neutralização dos fretes marítimos realizados pela Norsul em 2020:

  • 340 espécies de flora protegidas, das quais 54 estão ameaçadas de extinção
  • 2.070 espécies de fauna protegidas, das quais 133 estão ameaçadas de extinção
  • 660.000 tCO2eq de emissões reduzidas por ano
  • 64.866 hectares de desmatamento evitado em 30 anos
  • 303 famílias de 15 comunidades diretamente envolvidas

 

 

Monitoramento meteorológico

 

A Norsul também é dedicada em ser uma agente da mudança no âmbito Amazônico e climático: além da compra de créditos de carbono REDD+ para neutralizar 100% das emissões de sua frota mercante, a Companhia participa do Programa de Navios Observadores Voluntários (VOS – Voluntary Observing Ship), um dos principais programas da Organização Meteorológica Mundial que coleta, registra e transmite observações meteorológicas.

A embarcação Trade Juriti, nome que homenageia o município do Pará, fica fixa no Rio Amazonas e é uma estação meteorológica inteligente que registra e transmite dados em tempo real para Centros de Previsão do Tempo. Essas informações, além de alertas para os navegantes, viram fonte para pesquisas sobre padrões e mudanças climáticas, contribuindo para os estudos globais sobre o tema.

 

“Para nós todos os dias são dedicados à Amazônia. Há quatro décadas a NORSUL está presente na Amazônia servindo a logística da região sempre buscando aperfeiçoar seus processos, analisando e mitigando impactos e atuando de forma cada vez mais humana e abrangente e nada nos motiva mais que ajudar na conservação deste patrimônio da Terra.”

 

diz Denise Grundler, Gerente Executiva da Norsul.

 

 


1REDD+:  Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

NORSUL e Ambipar: uma parceria valiosa para a proteção da Floresta Amazônica

Em parceria com a Ambipar, desde janeiro de 2020 a Companhia de Navegação Norsul neutraliza as emissões de toda sua frota por meio dos créditos de carbono. Neste primeiro de uma série de dois posts, entenda a relevância dessa iniciativa para a proteção às florestas e redução do desmatamento na Amazônia.

 

No Dia de Proteção às Florestas, data criada para chamar atenção e reforçar a importância de medidas que contribuem para que nossas florestas parem de ser desmatadas, damos início a uma série de duas publicações que contam mais sobre a parceria entre a Norsul e a Ambipar Environment e como a iniciativa dessas empresas impactam na conservação da Amazônia.

A NORSUL, ciente da relevância em ser uma agente da mudança, deu início em 2020 ao seu plano de ser a primeira empresa carbono neutro no segmento de cabotagem industrial no mundo, passando a neutralizar todas as emissões CO2 de sua frota mercante.

 

 

Essa prática foi possível por meio de uma solução inédita desenhada com a Ambipar Environment, onde são utilizados créditos de carbono provenientes dos seus projetos REDD+1 para compensar as emissões de todas as operações da empresa e a pegada de carbono de cabotagem de todos os clientes da NORSUL, que recebem certificados personalizados da solução de neutralização de carbono.

Qual a relação dessas ações com a proteção às florestas?

A importância da proteção às florestas está ligada a diversos fatores: combate às mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, ciclo da água e regime de chuvas, formação do solo, entre outros.
Porém, manter florestas em pé envolve questões além das ambientais, contextos sociais e econômicos têm relação direta com as principais causas de desmatamento.
Essencialmente, os projetos REDD+1 tem como objetivo combater o desmatamento, mas para garantir a efetividade do processo são traçadas estratégias baseadas em incentivos financeiros e promoção do desenvolvimento sustentável, para assim tornar florestas economicamente mais atrativas que outras formas de mudança e uso da terra.

Essa metodologia tem se mostrado muito eficiente, mas para que seja possível aplicá-la, é necessário o envolvimento de empresas conscientes e engajadas nessa causa, a exemplo da Norsul, que ao comprar créditos de carbono financia as atividades de conservação dos projetos REDD+ que a Ambipar Environment gerencia.

Para 2020, o Projeto REDD+ Vale do Jari forneceu os créditos para neutralização da frota da Norsul. Em uma região constantemente ameaçada pela atividade humana, promove a capacitação de técnicas sustentáveis de manejo e produção agroextrativista e o bem-estar das comunidades, tornando-as mantenedoras dos recursos florestais.

Os benefícios dessa parceria não param por aqui! No próximo post falaremos sobre o impacto dessas ações na prática para a Amazônia, a maior e uma das mais ameaçadas florestas do mundo.

 


 

1REDD+:  Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal.

 

 

ASMOREX tem papel fundamental para que comunidade supere a pandemia

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ASMOREX estabelece medidas para evitar o contágio e controlar a crise causada pela pandemia. Conscientização e informação são os principais recursos para que a comunidade seja parte da solução.

Comissão ASMOREX

Diante da crise causada pela pandemia de COVID-19 e em resposta ao aumento de casos na região de Machadinho D’Oeste (Rondônia), a diretoria da ASMOREX (Associação dos Moradores da RESEX Rio Preto-Jacundá), proponente do Projeto REDD+ de mesmo nome, estabeleceu medidas para evitar o contágio da comunidade extrativista.

Para proteger a população local, a primeira e mais importante providência foi orientar os moradores a não receberem visitas externas em qualquer circunstância que não envolvesse serviços essenciais. Além disso, seguindo as recomendações de distanciamento social, o transporte comunitário para a cidade foi suspenso, permanecendo restrito apenas ao deslocamento para abastecimento de alimentos, suprimentos e situações de emergência em saúde.

Mesmo diante do cenário enfrentado em Rondônia naquele período, nenhum dos moradores da Reserva havia apresentado sintomas ou suspeita de contaminação pelo vírus, e as atividades extrativistas continuavam sem impactos diretos. Esse resultado refletia o trabalho preventivo desenvolvido pela associação. Ainda assim, o aumento constante de casos no município seguia gerando preocupação entre as lideranças locais.


José Pinheiro Borges

“Temos uma preocupação porque o número é muito crescente aqui no município e isso pode resultar em um lockdown.”

José Pinheiro Borges, Presidente da ASMOREX


Comunidades engajadas como parte da solução

Diante desse cenário, a conscientização da população tornou-se o principal recurso para evitar medidas mais restritivas e minimizar impactos adicionais sobre a economia local.

Em regiões isoladas, especialmente durante períodos de crise sanitária, o engajamento das comunidades é fundamental para que elas se tornem parte ativa da solução. Nesse contexto, os projetos REDD+ desempenham um papel importante ao apoiar as populações locais e fortalecer sua capacidade de resposta diante de desafios socioambientais.

O apoio de organizações comunitárias, como a ASMOREX, é essencial para garantir que informações confiáveis cheguem aos moradores e que ações preventivas sejam implementadas de forma coordenada, contribuindo para a proteção das famílias e para a manutenção da qualidade de vida na Reserva.



Quer saber mais sobre o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá, que além de promover o monitoramento florestal e da biodiversidade, contribui para o desenvolvimento sustentável das comunidades da Reserva Extrativista?


Conheça o Projeto REDD+ Rio Preto-Jacundá

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