Dia Mundial das Zonas Úmidas reforça relevância de ecossistemas como manguezais, áreas alagadas do rio Amazonas e pantanal para a manutenção da vida e regulação climática.
Hoje se comemora o Dia Mundial das Zonas Úmidas (World Wetlands Day), marco da assinatura da Convenção de Ramsar sobre Zonas Úmidas (1971). No dia 02 de fevereiro, é importante se conscientizar sobre o valor destas áreas para a manutenção da vida em todo o planeta, além de promover a sua conservação e uso sustentável.
Algo já importante de se entender sobre as zonas úmidas é que elas são diversas, abrangendo vários ecossistemas. Áreas costeiras, como os manguezais, passando pelas continentais, como o pantanal (a maior área úmida continental do planeta) e áreas alagadas do rio Amazonas, até as áreas criadas artificialmente, como as barragens e plantações de arroz são todas zonas úmidas.
Mas a sua importância vai muito além de sua extensão. As zonas úmidas são lar de diversas espécies ameaçadas de extinção, proveem matéria prima (como o tanino dos mangues utilizado largamente como tintura) e auxiliam a regulação climática. São exatamente nessas áreas que encontramos os maiores potenciais de estoque de carbono do mundo quando comparadas a áreas equivalentes. Sua vegetação e solo estocam grandes quantidades de carbono e inclusive protegem contra outros fatores climáticos, como fortes tempestades.
Além do seu papel na proteção ambiental, as zonas úmidas são áreas de alto valor social. Elas estão intimamente ligadas ao modo de vida de vários povos tradicionais. E, quem já passou algum tempo nessas áreas, sabe o que significa passar momentos integrados à natureza e apreciando a vida presente.
Buscando ressaltar essa importância, o tema do World Wetlands Day 2022 evidencia que agir pelas zonas úmidas é agir pela humanidade e pela natureza. Ou seja, proteger e restaurar as zonas úmidas são ações fundamentais para regulação climática e, consequentemente, para a manutenção da vida.
Como posso ajudar a conservar e restaurar esses ecossistemas tão importantes?
Para a Biofílica, a importância desses ecossistemas sempre foi clara, e por isso o último ano foi um marco para os estudos sobre o Blue Carbon, abordagem que gera créditos de carbono por meio da conservação e restauração dos ecossistemas como mangues, marismas, apicuns e seagrass — pradarias marinhas.
Após muita dedicação da equipe, estamos estruturando os primeiros projetos de conservação e restauração dos ecossistemas costeiros e marinhos, ou Blue Carbon, da Biofílica. Em breve iniciaremos esse novo modelo como opção para neutralizar emissões de carbono.
Ou seja, você vai poder ir além da conscientização e começar a agir diretamente na conservação e restauração das áreas úmidas.
Sobre a Biofílica
Fundada em 2008, a Biofílica desenvolve Soluções Baseadas na Natureza para apoiar empresas em suas jornadas de descarbonização. A empresa atua com projetos de carbono, restauração florestal, inventários de emissões de gases de efeito estufa e estratégias de redução e compensação, integrando ciência, tecnologia, inteligência territorial e sistemas próprios para gerar impacto positivo para o clima, a biodiversidade e a sociedade.
Com o fim de 2021 e a chegada de 2022, não poderia deixar de compartilhar o progresso da Ambipar Environment e nossas expectativas para o próximo ano. Assim como em 2020, passamos por um ano complexo, com a pandemia demandando resiliência e adaptabilidade. Mas 2021 foi também um ano de grandes conquistas para a Ambipar Environment.
A Biofílica em 2021
Em 2021 passamos a ser Ambipar Environment após nos juntarmos ao Grupo Ambipar. Com essa união vamos acelerar nosso crescimento, proporcionando novas soluções aos nossos clientes e ampliando o portfólio de serviços ambientais da maior empresa de Gestão Ambiental do Brasil.
2021 foi um ano de crescimento para a Biofílica. Integramos um novo time e expandimos o nosso próprio. Mais que dobramos a nossa equipe, que contava com 13 colaboradores em janeiro e agora representa um time de mais de 30 excelentes profissionais. Adicionamos uma área focada somente em tecnologia, que começou o trabalho de implementação da Plataforma Biofílica, uma ferramenta robusta para gerenciar nossos projetos de carbono, e também construir uma imobiliária digital de Compensação de Reserva Legal (CRL) e outros serviços ambientais.
Confraternização da equipe Ambipar Environment 2021 no IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas)
Na área de CRL, mais que dobramos o número de hectares dos contratos que negociamos. Isso foi proporcionado por avanços na implementação do Código Florestal, que teve a data de 31 de dezembro de 2020 como a de corte para o proprietário rural registrar seu imóvel no Cadastro Ambiental Rural (CAR), ainda com a possibilidade de realizar o Programa de Regularização Ambiental (PRA) para conseguir todos os benefícios previstos na legislação. Em 2021 também tivemos o lançamento do Modulo de Regularização Ambiental, ferramenta que permite o proprietário inserir seu projeto de Programa de Regularização Ambiental (PRA), principalmente a sua proposta de Compensação de Reserva Legal.
Também ampliamos o nosso propósito – o que começou com projetos de conservação na Amazônia de REDD+, agora representa uma parte do nosso portfolio de NBS (Nature-based Solutions) ou Soluções Baseadas na Natureza. Em 2021, iniciamos nosso primeiro projeto de restauração florestal em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), o Projeto Corredores de Vida. Iniciamos o plantio dos primeiros 500 hectares e esperamos alcançar a marca de 30 mil hectares nos primeiros 10 anos. Além de incluir projetos de AR (Afforestation/Reforestation) em nosso portfólio, iniciamos junto à Minerva Foods o desafio de desenvolver o primeiro projeto de carbono voltado para cadeia da pecuária no Brasil. Em breve também iniciaremos nossos primeiros projetos de conservação e restauração dos ecossistemas costeiros e marinhos, ou Blue Carbon.
Somente com nossos projetos REDD+, terminamos o ano com 1,7 milhões de hectares sob conservação, representando, em média, 2 milhões de toneladas de dióxido de carbono que deixam de ser emitidas na atmosfera todo ano.
Uma visão unificada
Nosso crescimento só foi possível por termos parceiros e clientes que compartilham da mesma visão de futuro e que colocam a “mão na massa” implementando ações, projetos e programas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Esse ano, vimos um número recorde de empresas que se comprometeram a ser Net Zero até 2050. Vimos esse comprometimento pessoalmente, com mais de 100 clientes compensando suas emissões com a Ambipar Environment. Comparado com 2020, tivemos um crescimento de mais de 65% na venda de créditos de carbono REDD+, e um aumento total de 187% em volume de créditos de carbono transacionados de parceiros, com projetos de biogás e energia renovável.
Vimos também uma reafirmação de comprometimentos globais para mitigar as mudanças climáticas. A Ambipar Environment acompanhou pessoalmente a COP26, que finalizou o Livro de Regras do Acordo de Paris. O que já estava claro no mercado voluntário agora ficou formalizado em âmbito global: mercados de carbono são ferramentas essenciais para cooperação internacional que busca a mitigação de emissões de gases de efeito estufa
2021 também foi um ano de grandes colaborações, com parceiros que trabalharam juntos para proporcionar um mercado cada vez mais transparente, confiável e robusto. Cofundamos esse ano a Aliança Brasil NBS, que reúne os maiores desenvolvedores de projetos de carbono no Brasil. Também nos tornamos apoiadores estratégicos do Ecosystem Marketplace, uma plataforma global de informações sobre finanças, mercados e pagamentos por serviços ambientais.
Para esse ano, esperamos poder continuar avançando com o nosso principal objetivo: nos tornar a maior empresa de Nature Based Solutions do mundo. Seguiremos implementando novas soluções, aumentando nosso time de colaboradores, expandindo os projetos em outros países da América do Sul e transacionando volumes recorde de créditos de carbono.
Dito isso, finalizo com um agradecimento especial ao time e ao conselho da Ambipar Environment, clientes e parceiros por termos concluído mais esse ciclo e por terem tornado possíveis todas essas conquistas. Ainda temos um longo caminho à nossa frente, mas contamos com todos ao nosso lado para continuarmos a fazer a diferença no Brasil e no mundo.
Desejo a tod@s um excelente 2022 e que nossas esperanças e forças possam ser renovadas para encararmos mais um ano de novos desafios, crescimento e co-evolução.
Um abraço virtual,
Plínio Ribeiro Head of Carbon Solutions Ambipar Environment
Pacto climático assinado e regras afirmadas para osmercados de carbono – Confira os principais avanços obtidos na COP26
No último sábado (13), líderes globais assinaram o Pacto Climático de Glasgow no fechamento da 26a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26). O evento começou há duas semana e havia uma atmosfera de impasses nos bastidores de Glasgow sobre a criação do mecanismo do mercado de carbono, previsto no artigo 6 do Acordo de Paris.
Após duas semanas de negociações e mais de seis anos de espera, 190 países assinaram o novo documento que definiu as regras e o mecanismo de funcionamento para os mercados de carbono do artigo 6 do Acordo de Paris, o último elemento que faltava para finalizar o chamado Paris Rulebook.
De acordo com Plínio Ribeiro, Head of Carbon Solutions da Ambipar Environment, isso representa um novo marco para o mercado. Está claro que os esforços do setor privado foram reconhecidos. “Agora, haverá muito mais investimento por parte da iniciativa privada via os mercados de carbono”, esmiúça.
Plínio Ribeiro da Ambipar Environment na COP26 em Glasgow, Escócia.
Os pontos chaves consistem em assegurar a melhor cooperação internacional com foco na mitigação dos GEE (gases de efeito estufa). Confira alguns pontos principais do artigo 6o que foram acordados:
Novas oportunidades para os países no mercado internacional de carbono foram criadas por meio de acordos bilaterais (artigo 6.2) e em trocas que envolvem entes privadas (artigo 6.4). Ou seja, ficaram estabelecidos diferentes opções de transações para os países que querem utilizar mercados de carbono para atingirem suas metas, também conhecidas como NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas).
Antes de Glasgow, não estava claro como os países teriam que “ajustar” suas NDCs se transacionassem créditos internacionalmente. Agora, os artigos 6.2 e 6.4 criaram os chamados “ajustes correspondentes”, evitando assim uma dupla contagem de créditos. A Ambipar acredita que esse é uma salvaguarda importante para manter a integridade de um crédito de carbono, que só deve ser utilizado uma única vez.
Os antigos créditos do mecanismo de MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo), do Protocolo de Kyoto, poderão ser utilizados somente para a primeira meta de NDC e para créditos emitidos entre 2013 e 2020. Isso representou uma mudança de postura do governo brasileiro que, nas últimas duas COPs, era mais rígida. Antes, o governo federal queria créditos contabilizados a partir de 2005, mas o novo posicionamento permitiu que o acordo fosse feito.
Porque definir o artigo 6 era essencial?
Um acordo sobre qual seriam as regras de um mercado global de carbono já estava atrasado–a pandemia do Covid-19 retardou a última COP e as de Madrid (2019) e Katowice (2018) deixaram vários pontos do artigo 6 em aberto.
Apesar de mercados regulados e voluntários de carbono já estarem estruturados em várias partes do mundo, a COP26 iria definir como diferentes países poderiam participar desse mercado. Diferentes análises, inclusive pela ONU, já demonstravam a importância de estruturar esse mecanismo para uso nacional.
Ambipar na COP26 – Líderes mundiais discutem em painel sobre a importância de jovens no combate às mudanças climáticas
Isso porque o mecanismo possibilita custos mais baixos de mitigação global, levando a uma ambição ainda maior de redução de gases de efeito estufa. Ou seja, países que fossem além das suas metas poderiam agora ser recompensados por seus esforços transacionando créditos de carbono excedentes. Já os países mais poluentes terão que pagar pelo seu impacto comprando créditos.
Por isso, a questão de ajustes correspondentes era chave para se chegar a um acordo. Sem definir como os créditos seriam contabilizados, uma redução de emissão poderia ser contada mais de uma vez, minando esforços de mitigação.
Para o mercado voluntário de carbono, créditos de carbono não serão regulados pelo artigo 6, já que esse mercado cobre ações voluntárias e não se enquadram em uma regulamentação da Convenção do Clima, a chamada UNFCCC. Possíveis ajustes correspondentes podem ser requeridos, mas o mercado voluntário em si não deve se enquadrar dentro do artigo 6. O mercado voluntário serve para complementar, e até mesmo introduzir, novas práticas sustentáveis enquanto políticas públicas ainda estão sendo desenvolvidas. Esse é o mercado que vai ajudar as empresas a alcançar a neutralidade de emissões, muito conhecido por “Net Zero”.
O que isso representa para o Brasil?
De acordo com a líder da área de Advocacy da Biofílica, Annie Groth, “regras mais claras para um mercado mundial de carbono são importantes para trazer ainda mais investimento para esse mecanismo de combate as mudanças climáticas.” Conforme estudo da Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA) e a Universidade de Maryland, o mercado de carbono enquadrado no artigo 6 pode trazer receitas entre USD 10-20 bilhões até 2030 para o Brasil.
Annie Groth, da Ambipar Environment, Carlos Cordova, do IETA, Milena Plata, da BIOFIX e Juan David Duran Hernandez, da EcoRegistry participam do painel “Desafios e Oportunidades do Mercado Voluntário de Carbono Florestal” durante a COP26
Isso se deve ao fato do Brasil ter um potencial enorme de geração de créditos de carbono. Projetos de conservação na Amazônia, restauração em áreas desmatadas, manejo sustentável agrícola e projetos blue carbon em manguezais no Nordeste são apenas alguns dos mecanismos existentes no mercado.
Os créditos de carbono oriundos de projetos brasileiros são atrativos para países mais desenvolvidos, que não possuem o mesmo potencial de geração de créditos. Segundo o Panorama do Mercado Voluntário de Carbono 2021 da Ecosystems Marketplace, essa dinâmica já estava clara no mercado—93% dos créditos do mercado voluntário em 2021 vieram de projetos na América Latina, Africa e Ásia, comparado com 7% da Europa e Estados Unidos.
Essa projeção inclui o crescimento em todos os mercados de carbono em 2021, com uma quase duplicação das transações voluntárias de mercado e o lançamento do ETS (sigla em inglês Esquema de Transações de Emissões) da China. Os mercados regulados na Europa, Califórnia, Quebec, Nova Zelândia, Austrália e RGGI também tiveram preços recordes em 2020 e agora também em 2021.
A continuação de uma grande batalha
O Pacto de Glasgow representa um importante passo em atingir as metas do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global a 1,5oC. Ele traz segurança a um mercado que já vem se estruturando há duas décadas. E agora ganha regras mais claras de funcionamento.
Apesar de ser um marco importante, ainda existe muito espaço para aumentarmos nossa ambição climática.
“Vi em Glasgow uma quantidade absurda de participantes do setor privado na comparação com outras COPs. Já víamos há alguns anos a participação de empresas mais demandantes de créditos, ou aquelas que têm a oferecer soluções para reduzir emissões. Mas agora o que me chamou a atenção foi a presença maciça do setor financeiro e também de CEOs de grandes empresas, querendo investir na originação de créditos de carbono”, reitera Ribeiro.
A Ambipar tem acompanhado as últimas 11 COPs e viu a COP26 como importante para reconhecer principalmente o papel do setor privado em trazer financiamento e soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas. A Ambipar esteve presente em painéis importantes para a consolidação desse novo mecanismo de crédito de carbono e conservação de nossos ecossistemas, e parabeniza todos os negociadores da COP26.
“Mantemos a nossa postura de sempre—o mercado de carbono é e será uma das soluções chave para um futuro descarbonizado”, finaliza o CEO.
Plínio Ribeiro Head of Carbon Solutions Ambipar Environment
Ação desenvolvida pelo CES Rioterra leva atendimento pediátrico para crianças de 0 a 12 anos que vivem na RESEX Rio Preto-Jacundá
Mais uma iniciativa viabilizada pelo Projeto REDD+ RESEX Jacundá, desenvolvido pela Biofílica em parceria com a Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá (ASMOREX) e o CES Rioterra, promoveu melhorias na qualidade de vida das famílias da Reserva por meio da ampliação do acesso à saúde infantil.
Localizada nos municípios de Machadinho D’Oeste e Cujubim, em Rondônia, a Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá ocupa uma área de aproximadamente 95 mil hectares. Implementado em 2012, o projeto tem como objetivo conservar a biodiversidade, evitar emissões de gases de efeito estufa e contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.
A necessidade de ampliar o acesso aos serviços de saúde para as crianças da Reserva foi identificada pelas lideranças comunitárias e incorporada ao Plano de Ação de 2021. Entre as prioridades definidas estava a realização de atendimentos pediátricos periódicos para crianças de 0 a 12 anos, promovendo o acompanhamento do crescimento, o diagnóstico precoce e a prevenção de doenças.
A importância do acesso à saúde em comunidades tradicionais
O acesso a serviços de saúde ainda representa um desafio para muitas comunidades tradicionais e populações rurais. As grandes distâncias entre as comunidades e os centros urbanos, somadas à escassez de profissionais de saúde em áreas remotas, dificultam o acompanhamento médico regular.
Essa realidade contribui para diversos problemas relacionados à primeira infância, incluindo maiores índices de mortalidade infantil e incidência de doenças evitáveis. Além disso, desigualdades sociais e econômicas exercem influência direta sobre as condições de saúde e bem-estar dessas populações.
Segundo dados do IBGE, as taxas de mortalidade infantil e na primeira infância apresentam índices mais elevados em áreas rurais quando comparadas às áreas urbanas, especialmente na Região Norte, onde as distâncias e as dificuldades de acesso aos serviços públicos são mais significativas.
“Essa ação é muito importante, pois está proporcionando melhoria à saúde das crianças.”
Denise Viana, presidente da ASMOREX
Segundo Denise Viana, antes da implementação da iniciativa as crianças da Reserva não tinham acesso regular ao acompanhamento pediátrico e procuravam atendimento médico apenas quando apresentavam problemas de saúde, geralmente por meio de consultas com clínicos gerais nos municípios da região.
Infraestrutura construída com recursos do projeto
Como parte dos investimentos realizados pelo Projeto REDD+ RESEX Jacundá, foi construído um ambulatório médico dentro da Unidade de Conservação para melhorar as condições de atendimento à comunidade.
Localizado no Complexo Comunitário da comunidade Jatuarana, o espaço conta com sala de atendimento e instalações sanitárias adequadas, atendendo as famílias da Reserva desde sua inauguração, em maio de 2020.
A infraestrutura foi financiada com recursos provenientes da comercialização dos créditos de carbono gerados pelo projeto, demonstrando como os benefícios do mercado de carbono podem ser revertidos diretamente para melhorias sociais nas comunidades envolvidas.
Atendimento pediátrico e prevenção de doenças
Os atendimentos pediátricos passaram a ser realizados na estrutura do ambulatório comunitário. A primeira etapa ocorreu em maio de 2021, quando 20 crianças entre 0 e 5 anos receberam acompanhamento médico especializado.
Posteriormente, nos dias 27 e 28 de setembro do mesmo ano, foi realizada uma nova rodada de consultas conduzida pela pediatra Helena Cristina dos Santos, beneficiando cerca de 30 crianças de 0 a 12 anos.
Durante os atendimentos, foram identificadas situações relacionadas a problemas de pele, alimentação inadequada, higiene bucal e alguns casos que passaram a ser acompanhados para investigação de possíveis cardiopatias.
De acordo com a médica responsável, ações de conscientização sobre hábitos saudáveis, higiene doméstica, tratamento da água para consumo e incentivo à produção de hortas familiares são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e prevenir doenças nas comunidades.
Saúde, conservação e desenvolvimento sustentável
A iniciativa demonstra como projetos de conservação florestal podem gerar benefícios que vão além da proteção da biodiversidade e da mitigação das mudanças climáticas.
Ao investir em infraestrutura, educação, saúde e fortalecimento comunitário, o Projeto REDD+ RESEX Jacundá contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida dos moradores da Reserva, fortalecendo o desenvolvimento sustentável e a permanência das famílias em seus territórios.
Sobre a Biofílica
Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de desenvolver soluções que conciliem conservação florestal, geração de créditos de carbono e desenvolvimento sustentável. A empresa é referência no mercado brasileiro de ativos ambientais e atua na estruturação de projetos de conservação e restauração florestal que geram benefícios para o clima, a biodiversidade e as comunidades locais.
O Projeto REDD+ RESEX Jacundá já verificou e comercializou mais de 1,2 milhão de créditos de carbono, consolidando-se como um dos principais exemplos de conservação florestal aliada ao desenvolvimento comunitário na Amazônia.
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, e um grupo de diretores da instituição estiveram em Rondônia para conhecer o potencial do setor florestal e da bioeconomia na região. Durante a agenda, visitaram o Projeto REDD+ RESEX Jacundá, desenvolvido pela Biofílica em parceria com a Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX), além de outras iniciativas apoiadas na área.
A visita começou na Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá, onde a comitiva conheceu áreas de recuperação florestal em regiões anteriormente desmatadas, resultado de iniciativas conduzidas pelo Centro de Estudos Rioterra com apoio do Projeto REDD+.
Durante o encontro, os moradores compartilharam a trajetória de construção do projeto desde seu início, em 2012, destacando como funciona o processo transparente e equitativo de distribuição dos benefícios gerados para a comunidade.
A programação também incluiu discussões com a equipe do Centro de Estudos Rioterra sobre a relação entre bioeconomia, restauração florestal, conservação da biodiversidade e os serviços ecossistêmicos proporcionados pela manutenção das florestas, incluindo a captura e o armazenamento de carbono.
Presidente do BNDES visita Rondônia para conhecer o Projeto REDD+ RESEX Jacundá desenvolvido pela Biofílica.
Conheça mais sobre o Projeto REDD+ Jacundá
A Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá é uma Unidade de Conservação criada na década de 1990 para populações tradicionais de origem seringueira. O Projeto REDD+ RESEX Jacundá investe na melhoria da qualidade de vida das comunidades por meio de iniciativas de bioeconomia, monitoramento da cobertura florestal e conservação da biodiversidade, contribuindo para a redução dos impactos sociais e ambientais na região.
Localizada em uma área sob intensa pressão de desmatamento e exploração predatória dos recursos naturais, a RESEX enfrenta desafios relacionados à oferta de serviços públicos básicos. Nesse contexto, a comercialização de serviços ambientais tornou-se uma alternativa para promover o desenvolvimento sustentável da comunidade e fortalecer a conservação do território.
Iniciado em outubro de 2012, o projeto realiza o monitoramento de aproximadamente 95.300 hectares, contribuindo para a conservação de 273 espécies de flora e 195 espécies de fauna. Desde sua implantação, já verificou e comercializou mais de 1,2 milhão de créditos de carbono, alcançando uma redução média superior a 414 mil toneladas de CO₂e por ano.
O projeto possui reconhecimento CCBS Gold Level para Comunidade e Biodiversidade e é desenvolvido em parceria com a ASMOREX, o Governo do Estado de Rondônia e o Centro de Estudos Rioterra.
Sobre a Biofílica
Fundada em 2008, a Biofílica desenvolve Soluções Baseadas na Natureza para apoiar empresas em suas jornadas de descarbonização. A empresa atua com projetos de carbono, restauração florestal, inventários de emissões de gases de efeito estufa e estratégias de redução e compensação, integrando ciência, tecnologia, inteligência territorial e sistemas próprios para gerar impacto positivo para o clima, a biodiversidade e a sociedade.
Evento online reuniu profissionais que estão na linha de frente de iniciativas com foco em transformação social e ambiental.
A restauração de florestas nativas tem um papel fundamental para a preservação e conservação da biodiversidade, no Cerrado, na Mata Atlântica e na Amazônia disso nós sabemos. E o nosso CEO, Plínio Ribeiro, participou ao lado de LauryCullen, phd do IPE– instituto de Pesquisa Ecológica, Taciana Abreu, head do Grupo Soma, Marcela Porto, Head de Comunicação da Suzano, e com mediação de Roberto Silva Waak, presidente do Conselho do Instituto Arapyau, do painel“Restauração com impacto socioambiental e econômico para a empresa: De que formas mensurar o investimento em florestas”.
O painel fez parte do “ESG na prática: Lições de Parceria Negócios para um mundo em transformação”, evento realizado pelo IPÊ (Instituto de Pesquisa Ecológicas) e em parceria com o Linkedin.
A ideia foi mostrar como o processo de transformação social e ambiental e como isso acontece na prática nas empresas.
A transmissão foi ao vivo pela rede social, Ipê e LinkedIn abordaram temas ESG com empresas, organizações e representantes governamentais, que já desenvolveram projetos de transformação social e ambiental e tem um olhar mais integrado entre Meio Ambiente, Sociedade e Governança no Brasil.
Sobre a Biofílica
Fundada em 2008, a Biofílica Ambipar Environment tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, gerando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.
Saiba o que é, para que serve e os benefícios da Servidão Ambiental, instrumento previsto no Novo Código Florestal e vantajosa opção de Compensação de Reserva Legal.
Servidão Ambiental é um instrumento de proteção de áreas de vegetação nativa previsto na Política Nacional de Meio Ambiente, que consiste na renúncia voluntária do proprietário rural ao direito de uso, exploração ou supressão dos recursos naturais existentes em uma determinada área da sua propriedade.
Essa renúncia pode ser da área total ou parcial do imóvel, temporária ou permanente, sendo o prazo mínimo 15 anos e não se aplica às áreas de preservação permanente ou de reserva legal.
Para que serve uma área de Servidão Ambiental?
A servidão ambiental tem o intuito de valorizar o imóvel e, principalmente, proteger os recursos naturais para contribuir com a preservação do meio ambiente.
Para aderir, é necessário registrar a área por instrumento público ou particular ou por termo administrativo firmado perante órgão integrante do Sisnama, obedecendo todas as regras instituídas.
Os benefícios em ceder a área para Servidão Ambiental podem variar entre os estados, mas em geral, além das vantagens da preservação da mata nativa para o meio ambiente, ao instituir uma área de servidão ambiental o proprietário tem incentivos tributários e pode rentabilizar a área disponibilizando-a para o arrendamento com a finalidade de Compensação de Reserva Legal.
Para produtores que procuram uma solução para compensar sua Reserva Legal, esta também se mostra uma opção vantajosa.
Arrendamento por Servidão Ambiental
Uma das modalidades de Compensação de Reserva Legal se dá por meio do arrendamento de áreas em Servidão Ambiental.
Veja as principais particularidades desta modalidade:
Pagamento anual (R$/hectare/ano)
As áreas devem ser equivalentes, estar no mesmo bioma e preferencialmente no mesmo Estado
A Servidão Ambiental funcionará como a Reserva Legal do imóvel com deficitário e ficará vinculada a este pelo prazo do arrendamento, sendo no mínimo 15 anos
O Arrendador (proprietário) fica responsável pela manutenção da Servidão Ambiental
Não há o acréscimo de área a ser compensada
A Servidão Ambiental e o Contrato devem ser averbados na matrícula dos imóveis
Após encerramento do prazo é necessário renovar a contratação da área ou proceder nova locação em outro imóvel
A Ambipar possui áreas disponíveis para regularizar o seu imóvel nessa modalidade e todo conhecimento técnico para acompanhar todo o processo de regularização.
Projeto REDD+ Jari Amapá completa sua 3ª verificação de créditos de carbono em 10 anos de projeto e é selecionado pela Plataforma Compromisso com o Clima
?? Terceira verificação realizada confere ao projeto sucesso na permanência da floresta e desenvolvimento social comunitário – veja o vídeo!
O primeiro Projeto REDD+ da Biofílica, Jari Amapá, completa 10 anos em 2021 e acaba de passar pela terceira verificação de créditos de carbono pelo padrão de certificação Verra. Único projeto privado REDD+ do estado do Amapá até hoje, onde são desenvolvidas e propostas um conjunto de ações de combate ao desmatamento somado a atividades sociais, de clima e biodiversidade que resultam no objetivo do mecanismo: a Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal somado (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento dos estoques de carbono florestal.
Esta terceira verificação é especial pois se trata da primeira verificação do padrão Climate, Community and Biodiversity (CCB), contando com o Selo Ouro para Biodiversidade. Isso significa que o plano inicialmente validado, com a finalidade de geração de impactos positivos líquidos ao clima, às comunidades locais e à biodiversidade está sendo implementado e já apresenta os primeiros resultados – as auditorias de verificação acontecem durante todo o ciclo de vida do projeto e tem como objetivo constatar a veracidade dos resultados apresentados.
Com mais essa conquista, a Biofílica conclui a maior verificação da sua história: 1,5 milhão de toneladas de crédito de carbono (safras 2014 a 2019).
Um ciclo em prol da produção de alimentos de forma sustentável e com retorno econômico
As vendas dos créditos de carbono florestais do projeto REDD+ Jari Amapá tem sua remuneração revertida na promoção de agricultura familiar sustentável para 33 famílias de 6 comunidades da região. Graças ao crescimento de faturamento nos próximos anos o projeto intensificará as ações já realizadas e será expandido para três comunidades adicionais em 2021. Desde o início do projeto, áreas de pastagem e culturas agrícolas improdutivas deram lugar a sistemas produtivos mais eficientes e locais de regeneração florestal a partir do fornecimento de suporte técnico, elaboração de plano de uso das áreas e acesso a insumos e equipamentos aos agricultores.
Iniciativa ambiental faz parte do modelo de negócio da empresa e é uma tendência entre as políticas de ESG
Consciente de seu papel como maior portal de governança corporativa da América Latina, a startup Atlas Governance, anunciou que neutralizou em dobro suas emissões de carbono realizadas em 2020, e agora é uma das poucas empresas no mundo reconhecidas como “climate positive”, ou carbono negativo. A atitude, parte do core business da companhia e um exemplo de prática ESG, rendeu os selos Carbon Free, da Iniciativa Verde, e o selo de neutralização de emissões em 2020, da Biofílica, pela compra de créditos de carbono provenientes do Projeto REDD+ Jari Pará de conservação da Floresta Amazônica.
“Somos referência no mercado ESG na América Latina e precisamos ser indutores de práticas ambientais e sociais para as empresas com as quais trabalhamos também. Por isso, além deste primeiro passo [neutralização em dobro da emissão de carbono], criamos em julho os Comitês de Sustentabilidade e de Diversidade e Inclusão. Este trabalho vai ao encontro ao de nosso propósito: tornar a governança simples, acessível e digital, para que seja condutora das melhores práticas ambientais e sociais em todas as organizações”, declarou Eduardo Carone, CEO da Atlas Governance.
A startup selecionou dois projetos para apoiar na compensação de emissões de CO² realizadas em 2020. Dentre eles o Projeto REDD+ Jari Pará de conservação da Floresta Amazônica. O processo de inventário, auditoria e compensação contou com a assessoria de Mariana Malufe, sócia fundadora da Urbanidade, empresa de soluções ambientais.
Esse movimento de se tornar “climate positive” faz parte da estratégia integral de sustentabilidade que a startup iniciou neste ano e que será continuada com outras ações, visando o crescimento sustentável e consciente da companhia.
“É fundamental que conselheiros e líderes de organizações de todos os portes e setores iniciem seus processos de inventário de emissões, é o primeiro passo para tomar consciência do impacto que suas atividades geram no meio ambiente. E esta consciência vai levá-los ao caminho de redução e emissão de compensações. É possível existir como organização sem causar impacto ao meio ambiente, ou causando impacto positivo. Precisamos fazer a nossa parte e estimular outros a reconhecerem a relevância deste movimento para o mercado e a sociedade”, finalizou Carone.
O Projeto REDD+ Vale do Jari
O mecanismo REDD+ (Redução das Emissões provenientes de Desmatamento e da Degradação florestal, incluindo (+) a conservação dos estoques de carbono florestal, o manejo sustentável de florestas e o aumento dos estoques de carbono florestal) promove a redução de emissões de carbono a partir de atividades de conservação florestal.
Baseado em um modelo de desenvolvimento econômico local que valoriza a “floresta em pé”, os projetos REDD+ contam com uma combinação de atividades, desde o manejo sustentável e a promoção do agroextrativismo até o monitoramento de biodiversidade, todos financiados a partir da comercialização de créditos de carbono.
Em 2021, o Projeto REDD+ Vale do Jari comemora 10 anos de atuação na conservação da Floresta Amazônica nativa, bem como de sua biodiversidade, contribuindo diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Nações Unidas.
Atualmente, as atividades desenvolvidas pelo Projeto REDD+ Vale do Jari em conjunto com a Fundação Jari atendem 13 comunidades e mais de 305 famílias e têm o potencial de evitar a emissão de 630 mil toneladas de CO2 por ano ao poupar o desmatamento de 562 mil hectares.
Sobre a Biofílica
Fundada em 2008, a Biofílica tem a missão de criar mecanismos que estejam totalmente de acordo com a conservação das florestas nativas, gerando e desenvolvendo um mercado sólido e confiável de créditos de carbono florestal. A empresa tornou-se referência nacional em compensação de reserva legal, oferecendo soluções em todas as modalidades, estados e biomas.
Sobre a Atlas Governance
Fundada em 2016 por Eduardo Carone, a Atlas Governance é a startup que comanda o maior portal de governança da América Latina. Atualmente está presente em países como Brasil, México, Colômbia, Peru, Chile e Argentina. Mais de 250 clientes utilizam o sistema da empresa, que representam mais de oito mil conselheiros e profissionais de governança.
Neutralize as emissões da sua empresa por meio de créditos de carbono gerados pelos nossos Projetos REDD+.
Com muito entusiasmo gostaria de compartilhar que a Biofílica agora passa a ser a Ambipar Environment, após ser adquirida pelo grupo Ambipar, que atua em diversos segmentos oferecendo produtos e serviços completos voltados à gestão ambiental.
O negócio celebrado essa semana tem como objetivo acelerar nosso crescimento, potencializando a sinergia com a Ambipar e ampliando o portfólio de serviços ambientais do grupo. O plano de expansão para os próximos meses prevê investimento massivo no desenvolvimento de projetos e programas de carbono Nature-Based Solutions (NBS) e, a médio prazo, nossa missão é nos tornar a maior empresa de NBS do mundo.
Para a Ambipar, a aquisição incrementa seu portfólio, pois passa a atuar com projetos de conservação na Amazônia, reflorestamento e restauração, manejo agropecuário sustentável e compensação de reserva legal, incorpora o know-how sobre estratégias de gestão de Gases de Efeito Estufa (GEE) muito demandado pelos atuais clientes, amplia seu conhecimento regulatório nacional e internacional sobre mudanças climáticas e mercados de carbono, e reforça os pilares de Meio Ambiente e Social do ESG.
Eu continuarei à frente do negócio, assim como todo nosso time, que será ampliado, e dará seguimento aos projetos e atividades que estão em andamento e seguirá em busca de inovações e melhorias para atender nossos clientes e parceiros.
NOVAS SOLUÇÕES
Incorporamos recentemente ao nosso portfólio mais duas soluções que atendem à demanda de compensação de emissões por meio de créditos de carbono: a Agricultural Land Management (ALM) — abordagem na qual os produtores rurais adotam tecnologias inovadoras e práticas aprimoradas de manejo que permitem melhorar a qualidade e o armazenamento de carbono no solo, desta forma, intensificando a produção agropecuária ao mesmo tempo em que geram os créditos de carbono; e Afforestation/Reforestation (AR) — abordagem baseada no armazenamento de carbono na biomassa por meio do plantio de novas árvores em áreas onde não havia floresta (afforestation) e em áreas onde houve desmatamento (reforestation), recuperando o ecossistema natural.
Pioneiros no mercado nacional de serviços ambientais, nossa intenção é estar sempre acompanhando a evolução desse mercado, agregando novas abordagens. Entre elas, o Blue Carbon — abordagem que gera créditos de carbono por meio da conservação e restauração dos ecossistemas costeiros e marinhos.
PLANO DE CRESCIMENTO
Os recursos dessa transação serão investidos no desenvolvimento da Plataforma Biofílica, que utilizará tecnologia de ponta para originação de créditos em agricultura e comercialização de serviços ambientais, e também no desenvolvimento de grandes projetos de REDD+ e Restauração Florestal, com o objetivo de nos tornar a maior empresa focada em Nature Based Solutions do mundo.
Nosso foco, dedicação, inteligência e fidelidade aos nossos clientes e parceiros não muda. Estaremos ainda mais preparados para oferecer soluções às empresas, governos e indivíduos que pretendem neutralizar as emissões de carbono das suas atividades que não puderam ser evitadas, além de promover a geração de impactos positivos ao clima, à sociedade e à biodiversidade.
Um abraço virtual,
Plínio Ribeiro Cofundador e CEO Biofílica Ambipar Environment