Agenda de eventos do time Ambipar em 2023

Confira a agenda de eventos nacionais e internacionais com a participação do time Biofílica Ambipar no primeiro trimestre.

 

 

O ano da descarbonização começou, e a partir em março, a equipe Biofílica Ambipar estará presente nos eventos mais importantes do mercado, apresentando nossos projetos de carbono e contribuindo com a nossa expertise. 

 

Confira os eventos que participaremos: 

 

O maior evento de Certificados de Energia Renovável do país terá como patrocinadora a nossa parceira GoNetZero, plataforma de soluções para descarbonização, onde é possível encontrar créditos de carbono provenientes do nosso Projeto REDD+ RESEX Jacundá.

 


 

 

A IETA (International Emissions Trading Association) é uma associação de organizações que buscam desenvolver o mercado íntegro de carbono. A Biofílica Ambipar é a primeira empresa brasileira membro da associação. O objetivo do webinar é reunir e compartilhar perspectivas do mercado da América Latina.

 


 

 

Esse tradicional evento do mercado de carbono americano, em sua 20ª edição, reúne profissionais de todo o mundo para trocar experiências, colaborar e ampliar o network.

 


 

 

Organizado pela Environmental Finance, um dos mais importantes veículos de comunicação com ênfase em mercados de ativos ambientais, o Natural Capital Investment 2023, discutirá os desafios e oportunidades do mercado de carbono, levando em consideração sua importância e complexidade.

 


 

 

O ECS 2023 reunirá os principais especialistas do setor público e privado de todo o mundo para analisar e discutir o desenvolvimento e desafio atuais do mercado de carbono para avançar nas ações para conter o avanço das mudanças climáticas por meio das políticas net zero.

 


 

Nós, que sempre participamos ativamente dos debates que envolvem o mercado voluntário de carbono, estamos certos que a participação nesses e em próximos eventos enriquecerá nossa experiência e trajetória em uma troca enriquecedora com outras organizações preocupadas com o desenvolvimento sustentável do planeta. 

 

 

🌿 Capacitação Parte 2: Curso de Identificação e Monitoramento Botânico na RESEX Rio Preto-Jacundá

Na prática, os membros da comunidade da RESEX Rio Preto-Jacundá já começaram a utilizar os conhecimentos adquiridos no Curso de Identificação Botânica para monitorar espécies da flora e reduzir o impacto florestal. O curso também reforça a importância da informação para o desenvolvimento comunitário e a redução do desmatamento na área do Projeto REDD+ RESEX Jacundá.

Curso de Identificação Botânica na RESEX Rio Preto-Jacundá

Em nosso último post, contamos sobre o Curso de Identificação Botânica oferecido aos moradores da ASMOREX (Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá), área onde atua o Projeto REDD+ RESEX Jacundá. A atividade foi realizada a partir da necessidade identificada pelos próprios moradores envolvidos no manejo sustentável da região e os conhecimentos adquiridos já começaram a ser aplicados.


“Esse curso é muito importante, principalmente para a comunidade. Nós, que trabalhamos com o manejo e recuperação de áreas degradadas, temos dificuldade com a identificação botânica, principalmente em uma área onde temos tanta diversidade. O valor agregado para mim do curso, como estudante de pós-graduação, é saber identificar espécies para ter dados válidos e concretos que representam a nossa Amazônia Ocidental, que é foco dos meus estudos.”

Ariane Cristina, Engenheira Florestal.

O colaborador do Jardim Botânico de Nova York, Erisson Medeiros, explica que o objetivo do curso era que todos os alunos saíssem dali com os recursos necessários para realizar uma coleta e identificação de uma planta ou, caso não tivessem condições de realizar a identificação correta e com total confiabilidade, contassem com recursos e contatos para obter essa identificação.

“Antes a gente reconhecia as plantas de vista, principalmente pela casca. Hoje já conseguimos identificar pela flor ou pela folha também. Vai fazer diferença para mim porque ano passado comecei a trabalhar com botânica e não conhecia muito. Agora com esse curso estamos pegando conhecimento.”

Ludbre de Oliveira, morador da ASMOREX.


Assista ao vídeo e veja os depoimentos de alguns membros da Associação sobre a ação


O Projeto REDD+ RESEX Jacundá é o primeiro projeto REDD+ desenvolvido em uma unidade de conservação estadual, em Rondônia, e o único em funcionamento com validação e verificação nos padrões VCS e CCB da Verra com esse perfil. Além disso, o projeto é viabilizado por meio de uma parceria entre a Biofílica e a Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá (ASMOREX).

Desde o início dessa parceria, a ASMOREX pratica, em paralelo às atividades do Projeto REDD+, o manejo florestal de baixo impacto e demonstra como é possível promover o desenvolvimento da comunidade de forma responsável dentro da floresta, por meio de diferentes serviços ambientais.

O projeto tornou-se um modelo para outras comunidades ao demonstrar que a conservação florestal vai além das questões ambientais e fortalece também os pilares social e econômico, consolidando o tripé da sustentabilidade que orienta os projetos REDD+.

Quando os moradores encontram na floresta oportunidades para gerar renda e melhorar sua qualidade de vida, passam a reconhecer ainda mais o valor dos recursos naturais, fortalecendo a conservação e contribuindo para a redução do desmatamento.

A Biofílica agradece aos parceiros que contribuíram para a realização do curso: ASMOREX, Centro de Estudos Rioterra, UNIR (Fundação Universidade Federal de Rondônia) e Jardim Botânico de Nova York.



Conheça o Projeto REDD+ RESEX Jacundá e descubra como a conservação da floresta gera créditos de carbono e promove o desenvolvimento das comunidades tradicionais da Amazônia.


Conheça o Projeto REDD+ RESEX Jacundá

Capacitação: moradores da RESEX Rio Preto-Jacundá têm Curso de Identificação Botânica — Parte 1

Redução de desmatamento, proteção da biodiversidade e acesso à educação são as bases do Projeto REDD+ RESEX Jacundá.
Moradores envolvidos com o manejo florestal sustentável receberam capacitação de coleta e identificação botânica dentro da Reserva. Curso foi incluído no plano de atividades do Projeto REDD+ RESEX Jacundá a partir da necessidade identificada pelos próprios moradores.

Quando a comunidade é constantemente envolvida nas atividades de proteção à floresta e combate ao desmatamento, ela entende sua importância, parte dela o interesse em aprender mais para desempenhar um trabalho cada vez maior.

Viabilizar e incentivar o acesso à educação é uma das bases do Projeto REDD+ RESEX Jacundá e, a partir da necessidade identificada pelos próprios moradores envolvidos no manejo sustentável da região, foi incluído no Plano de Atividades de 2022 o Curso de Identificação Botânica.

Para realizar o curso, a Biofílica Ambipar, ASMOREX da RESEX Jacundá, proponentes do Projeto, uniram forças com o parceiro operacional Centro de Estudos Rioterra, a UNIR (Fundação da Universidade de Rondônia) e o Jardim Botânico de Nova York para ensinar sobre a identificação de árvores a partir de suas folhas, frutos e sementes.

 

“Essa semana estamos com a atividade de Curso de Coleta e Identificação Botânica, onde estamos aprendendo cada parte de uma árvore, folhas, frutos, sementes e está sendo uma atividade muito promissora. A gente tem aprendido bastante.” comenta Denise Viana, presidente da ASMOREX.

 

Em primeiro lugar, o objetivo com o curso é capacitar pessoas para que elas almejem cada vez mais melhorar suas condições de vida e econômicas. Pensando além, essa base de informação é fundamental para que as pessoas que moram e vivem da floresta sejam aliadas no processo de conhecer, coletar e identificar as plantas para que, consequentemente, conduzam o manejo sustentável com o conhecimento técnico necessário.

 

“Sem essa linha de base que é conhecer as plantas, nós não conseguimos manejar ou restaurar uma área. Como restaurar uma área sem saber quais são as plantas que ocorriam naquela área antes de ser degradada? Por isso, temos que capacitar as pessoas que vivem na floresta, que estão na floresta constantemente, para que se tornem nossos aliados no processo de conhecer, coletar e identificar as plantas.” diz Flávio Obermuller, Biólogo do Jardim Botânico de Nova York.

 

A área do projeto possui extrema importância para a permanência dos ambientes naturais dentro e fora de seus limites. Em nossa visão, a capacitação da comunidade contribui para dois importantes propósitos do projeto:

  1. Promover a redução do desmatamento e conservação da floresta em pé e proteção da biodiversidade, garantindo a manutenção de serviços ecossistêmicos e preservando os modos de vida tradicionais dos moradores da RESEX.
  2. Acesso à educação de qualidade que possibilitam melhores condições de emprego e diversificação de renda.

 

Essas atividades contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (4 e 15) e colaboram para a manutenção do Selo Ouro para Comunidade (CCBS), já conquistado pelo Projeto REDD+ RESEX Jacundá.

 

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Assista ao vídeo e veja os depoimentos de alguns membros da Associação sobre a ação:

 

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Quer saber mais sobre o projeto e como sua empresa pode ajudar a dar continuidade a esse trabalho
enquanto compensa suas emissões de carbono?

 

Projeto REDD+ RESEX Jacundá: comunidade recebe visita de pediatra.

Em trabalho inédito, a médica atendeu crianças de 0 a 5 anos. A necessidade foi identificada pelos líderes da Associação e prevista no planejamento anual do projeto, reforçando a preocupação com o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade.

Projeto REDD+ RESEX Jacundá: comunidade recebe visita de pediatra

Foi tema de destaque na COP27, mas o financiamento de iniciativas voltadas às comunidades vulneráveis como estratégia para combater o desmatamento já faz parte da realidade do Projeto REDD+ RESEX Jacundá.

Um dos pilares que sustentam o sucesso desse projeto de conservação florestal é o investimento contínuo no bem-estar e na qualidade de vida da população da Reserva Extrativista (RESEX) Rio Preto-Jacundá, onde o acesso a serviços públicos básicos ainda é limitado.

Atuando na Reserva desde 2012, o projeto busca fortalecer a cultura extrativista e o associativismo, reduzindo o êxodo das famílias da floresta. Entre as iniciativas desenvolvidas está o Plano de Vida, que reúne ações voltadas ao desenvolvimento social, econômico e pessoal da comunidade.

A partir das demandas apresentadas pelos líderes da ASMOREX (Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá), foi identificada a necessidade de oferecer atendimento pediátrico às crianças da comunidade. A ação foi incorporada ao planejamento anual de 2022 e concretizada com a visita da Dra. Helena, responsável pelo atendimento de crianças de 0 a 5 anos.


“É um trabalho inédito aqui na RESEX. Colocamos em nosso planejamento anual, e hoje estamos contando com a presença da Dra. Helena atendendo as crianças da comunidade.”

José Pinheiro Borges, presidente da ASMOREX.

O atendimento marcou o início de um acompanhamento mais próximo do desenvolvimento infantil na comunidade. Durante as consultas, foram avaliados aspectos como crescimento, desenvolvimento e possíveis sinais precoces de enfermidades, permitindo que, quando necessário, as crianças sejam encaminhadas para centros especializados.

A iniciativa amplia o acesso à saúde preventiva e representa mais um investimento em qualidade de vida para as famílias da Reserva, fortalecendo o compromisso do Projeto REDD+ RESEX Jacundá com o desenvolvimento sustentável das comunidades tradicionais.


Assista ao vídeo e veja os depoimentos de alguns membros da Associação sobre a ação


Essa foi mais uma das iniciativas que demonstram como o Projeto REDD+ RESEX Jacundá transforma recursos provenientes do mercado de carbono em benefícios concretos para as comunidades tradicionais, conciliando desenvolvimento social, qualidade de vida e conservação das florestas.



Conheça o Projeto REDD+ RESEX Jacundá e descubra como sua empresa pode apoiar a conservação da Amazônia enquanto contribui para o desenvolvimento das comunidades tradicionais.


Conheça o Projeto REDD+ RESEX Jacundá

Projeto REDD+ RESEX Jacundá concluiu 2ª verificação de créditos de carbono

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O Projeto REDD+ RESEX Jacundá concluiu a verificação VCS e CCBS referente ao período 2015–2020 e gerou mais de 151 mil créditos de carbono premium com certificação Ouro para Comunidade e Biodiversidade.

Projeto REDD+ RESEX Jacundá

Para reduzir os impactos sociais e ambientais nos municípios de Machadinho d’Oeste e Cujubim, em Rondônia, o Projeto REDD+ RESEX Jacundá tem como foco o fortalecimento das comunidades locais, a conservação da floresta e o monitoramento contínuo da biodiversidade.

O trabalho desenvolvido junto à comunidade sempre foi um dos grandes diferenciais da iniciativa. Construído em parceria com a ASMOREX – Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá, o projeto conquistou reconhecimento internacional por seus benefícios sociais e ambientais, recebendo o selo Climate, Community & Biodiversity Standards (CCBS).


Resultados gerados ao longo de 10 anos de atuação

Educação e capacitação comunitária

Ao longo de uma década de implementação, o projeto contribuiu para a geração de benefícios concretos para a comunidade da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá.

  • Incentivo à educação por meio da realização de cursos técnicos e profissionalizantes voltados à gestão financeira, administração e organização social;
  • Implantação de um centro educacional para jovens e adultos, ampliando o acesso à capacitação profissional, geração de renda e novas oportunidades de trabalho.

Infraestrutura comunitária

  • Melhoria da infraestrutura local por meio da construção e implementação do centro educacional, centro comunitário e ambulatório;
  • Ampliação do acesso à tecnologia e à informação através da aquisição de equipamentos de informática e da instalação de infraestrutura para acesso à internet.

Participação comunitária

Todas as atividades promovidas pelo projeto são abertas à participação dos moradores da Reserva, com atenção especial ao engajamento de mulheres e jovens, fortalecendo a inclusão social e a construção coletiva das decisões.


Certificação internacional e geração de créditos de carbono

O sucesso dessa parceria foi reconhecido durante a segunda verificação do projeto nos padrões Verified Carbon Standard (VCS) e Climate, Community & Biodiversity Standards (CCBS), conduzida pela Verra para o período de monitoramento entre 2015 e 2020.

Como resultado desse processo, o Projeto REDD+ RESEX Jacundá gerou mais de 151 mil créditos de carbono premium, certificados com o selo CCBS Gold Level para os critérios de Comunidade e Biodiversidade.

Essa certificação reconhece iniciativas que, além de contribuírem para a mitigação das mudanças climáticas, promovem impactos positivos mensuráveis para as comunidades locais e para a conservação da biodiversidade.

Os créditos de carbono gerados pelo projeto encontram-se disponíveis para comercialização e podem ser utilizados por empresas e organizações que desejam compensar suas emissões de gases de efeito estufa com segurança, rastreabilidade e benefícios socioambientais comprovados.


Certificações VCS e CCBS

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Conhecer para saber cuidar: a importância da Xiloteca do Grupo Jari

Conheça mais sobre uma das maiores xilotecas do mundo – a parte do Museu do Jari que reúne espécies arbóreas localizadas e catalogadas da região.

 

Você sabe qual a importância de registrar e catalogar espécies? 

Muito mais que saber a quantidade de espécies que pertencem àquele ecossistema, o conhecimento possibilita que sejam identificadas as necessidades daquela área, além de quais espécies estão em extinção para tentar salvá-las.

Pensando nisso, em 1968, Nilo Thomas da Silva criou a Xiloteca do Jari, parte do Museu Jari, com o objetivo de preservar e aumentar o conhecimento sobre o patrimônio da Floresta Amazônica. Desde o início, a iniciativa contou também com o apoio dos técnicos do Museu Paraense Emílio Goeldi e da Embrapa Amazônia Oriental (projeto Dendrogene).

Quando o Programa REDD+ Vale do Jari chegou na região, em 2014, o levantamento apontou a existência de 620 amostras de madeira, um herbário com 3.513 amostras botânicas e uma coleção de insetos com 2.322 amostras, o que faz a Xiloteca do Jari ser uma das maiores do mundo 

Desde então, o Grupo Jari vem prestando uma grande contribuição para o conhecimento científico da biodiversidade da região, gerando oportunidades de consolidação de trabalhos que reúnam todas as informações disponíveis sobre a biodiversidade e disponibilizá-los para a sociedade. 

 

Manutenção da Xiloteca

Um dos papéis do projeto é apoiar a manutenção da Xiloteca do Grupo Jari ao longo do tempo. Isso é feito estimulando e promovendo a conscientização da importância dessas coleções para preservação da floresta e suas espécies.  

Desde o início do projeto foram realizadas visitas de moradores locais, turistas, escolas da região, universidades e institutos de pesquisa, mostrando que a Xiloteca vem cumprindo seu objetivo inicial de preservar e aumentar o conhecimento sobre o patrimônio da Floresta Amazônica, tanto para fins científicos quanto para educação ambiental. 

Na prática, o trabalho também vem sendo contínuo, com o registro e contagem anual de novas amostras incluídas na coleção. O último monitoramento realizado mostrou que de 2014 a 2020 houve aumento do número de amostras, fruto do recebimento de um inventário de Itapeva, no interior de São Paulo, em 2018.

Não vamos parar por aqui. Em busca de mais ações que contribuam para a manutenção da Xiloteca, desde o final de 2021 a Fundação Jari vem caminhando com um acordo de parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (IFAP), com o objetivo de aprimorar ainda mais o acervo. 

A parceria possibilitará também a realização de capacitações de instituições públicas e privadas, moradores das comunidades da região e de projetos de pesquisas de extensão junto ao Instituto.

Dentre as principais ações, teremos: 

– A reabertura do museu para visitação da sociedade em geral; 

– Digitalizar, criar, indexar o herbário, xiloteca e insetário Jari, com intuito de divulgar o museu para toda comunidade em geral, via online; 

– Envolver os alunos e comunidade em geral nas atividades de reconhecimento, identificação, coleta e depósito de material botânico no herbário Jari das espécies florestais da região. 

O apoio a Xiloteca é uma das ações do Programa REDD+ Vale do Jari, que tem como objetivo evitar o desmatamento e minimizar impactos socioambientais, promovendo benefícios para o clima, biodiversidade e comunidades da região do município de Almeirim. Em 30 anos, serão 61.550 hectares de desmatamento evitados.

 


 

Sua empresa pode contribuir para o desenvolvimento
socioeconômico e cultural da Amazônia enquanto neutraliza
emissões por meio dos créditos de carbono.

 

 

10 anos do Novo Código Florestal: a evolução da regulamentação ao longo do tempo

O Novo Código Florestal, criado com o intuito de conciliar os interesses de proteção ao meio ambiente e produtor rural, completa 10 anos neste dia 25 de maio. Confira na linha do tempo os acontecimentos importantes durante esse tempo.

 

O Novo Código Florestal está completando 10 anos desde sua promulgação, no dia 25 de maio de 2012. A Lei nº 12.651 substituiu o antigo Código Florestal (Lei nº 4.771/1965) para atender às necessidades climáticas, combater crimes ambientais e conciliar os interesses dos produtores rurais.

Entre as principais mudanças que foram implementadas após a atualização estão:

  • O percentual de reserva legal exigível nos imóveis;
  • Proteção de vegetação nativa e delimitação dos marcos temporais;
  • Controle e retenção dos altos índices de desmatamento ilegal;

Embora tenha sofrido resistência no início pelas novas obrigações do produtor rural, a lei significou um importante avanço para garantir segurança jurídica e beneficiar os proprietários que têm seus imóveis regularizados.

Ao longo desse tempo, pudemos observar o progresso que foi possível a partir de sua implementação. Confira na linha do tempo:

 


 

2012

Publicação do código Florestal (Lei Federal nº 12.651/2012) e do decreto que dispõe sobre o Sistema de Cadastro Ambiental Rural – CAR (Decreto federal nº 7.830/2012)

Após tramitar por 13 anos no Congresso Nacional, a lei é implementada. Com ela, passam a ser exigidos do produtor rural:

  • Registro CAR – Sistema eletrônico que reúne informações sobre as características ambientais dos imóveis rurais.
  • Proteção e manutenção de Áreas de Preservação Permanentes (APP)
  • Reserva Legal: uma porcentagem da área do imóvel rural deve ser de mata nativa ou essa área deve ser compensada em outros imóveis.

 


 

 

2014

Entra em vigor o PRA – Programa de Regularização Ambiental (Decreto federal nº 8.235/2014)

Um importante passo para a implementação das mudanças previstas na lei.

O programa reúne as ações necessárias para regularizar o imóvel após o Cadastro Ambiental Rural.

Ao cumprir as obrigações exigidas por ele, o produtor rural tem direito a:

  • Suspensão de penalidades
  • Acesso ao crédito rural
  • Compensação de reserva legal em outro imóvel.

 


 

2018

Regulamenta a Cota de Reserva Ambiental (Decreto federal nº 9.640/2018)

Mais um avanço!

A regulamentação das Cotas de Reserva Ambiental – títulos que representam áreas de vegetação nativa – deixou o produtor rural mais próximo de ter acesso a essa opção vantajosa de Compensação de Reserva Legal.

 


 

2022

Institui o Plano Nacional de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais (Decreto Federal Nº 11.015/2022)

A mais recente atualização.

O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) propôs a edição de um decreto para construção do Plano Nacional de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais – RegularizAgro.

O objetivo é avançar na agenda da regularização ambiental em todos os biomas brasileiros, em conformidade com o Código Florestal.

Estamos sempre por dentro das novidades e atualizações para oferecer as melhores soluções e auxiliar você na regularização do seu imóvel.

 


 

 

Tire suas dúvidas e conheça as melhores
soluções para regularizar o seu imóvel.

 

 

Ambipar e Minerva, joint-venture para projetos de carbono na cadeia do agronegócio.

Assinamos junto com a Minerva Foods um memorando de entendimentos para a formação de uma joint-venture que vai atuar nos mercados do Paraguai, Argentina, Colômbia e Uruguai.

AMBIPAR PARTICIPAÇÕES E EMPREENDIMENTOS S/A

Sociedade Anônima Fechada

CNPJ nº 12.648.266/0001-24

 

COMUNICADO AO MERCADO

A Ambipar Participações e Empreendimentos S.A. (“Ambipar” ou “Companhia”), por meio de sua subsidiária Biofílica Ambipar Environmental Investments S.A. (“Biofílica Ambipar Environment”), empresa brasileira focada em Soluções Baseadas na Natureza (Nature-based Solutions), informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que celebrou na presente data um Memorando de Entendimentos com a Minerva S.A. (“Minerva”), líder em exportação de carne bovina na América do Sul, em linha com sua estratégia de sustentabilidade e na busca por uma cadeia pecuária de baixa emissão de carbono.

 

O Memorando de Entendimentos tem como objetivo estabelecer os principais termos e condições para uma parceria entre a Biofílica Ambipar Environment e a Minerva no desenvolvimento de projetos de carbono na cadeia do agronegócio da Minerva em toda a América do Sul, com exceção ao Brasil e Peru.

 

Por meio da constituição de uma Joint-Venture (“JV”), a Biofílica Ambipar Environment e a Minerva atuarão na avaliação e implementação de projetos de carbono nas propriedades conectadas a cadeia de fornecedores da Minerva, com foco na adoção de práticas aprimoradas de manejo para a intensificação sustentável na produção agropecuária. Também serão avaliadas outras oportunidades, como a conservação das áreas excedentes de reserva legal, iniciativas de reflorestamento e implementação REDD+ (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação floresta somado [+] a conservação dos estoques de carbono florestal, manejo sustentável de florestas e aumento de estoques de carbono florestal).

 

Como resultado dos projetos a serem desenvolvidos junto a cadeia de fornecedores da Minerva Foods, serão gerados créditos de carbono, e/ou Reduções Verificadas de Emissão (“RVE’s”), os quais poderão ser comercializados em mercados apropriados, inclusive junto a própria base de clientes da Companhia.

 

A iniciativa reforça o preparo da Biofílica Ambipar Environment em oferecer soluções para empresas, governos e indivíduos que pretendem neutralizar as emissões de carbono das suas atividades, inclusive as da sua cadeia produtiva, em busca de conter o aquecimento global, rumo a um futuro Net-Zero.

 

A Companhia se compromete a manter os acionistas e o mercado em geral informados acerca do andamento deste e de qualquer outro assunto relevante.

 

Para obter mais informações sobre a Minerva, acesse: www.minervafoods.com

E para saber mais sobre a Biofílica Ambipar Environment, acesse: www.biofilica.com.br

 


 

 

 

 

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Grilagem, você sabe o que é?

O termo grilagem surgiu da prática onde as pessoas colocavam documentos falsos em uma caixa com grilos, e eles ficavam parecendo documentos legítimos. E como verificar a legitimidade de documentos de propriedades rurais? A Biofílica explica.

 

 

O que é grilagem de Terra? 

O termo grilagem de terras surgiu de uma prática bem rudimentar, onde as pessoas colocavam documentos falsos em uma caixa com grilos. Em pouco tempo a documentação ficava amarelada e cheia de buracos, trazendo a aparência de um documento legitimo. O grande problema é que essas terras geralmente são públicas. Como uma forma de regularizar a situação e evitar a grilagem, foi instituída a Lei 6.766/79 para regulamentar o parcelamento do solo e punir as práticas ilícitas contra a Administração Pública de lotear, desmembrar ou fazer propostas sobre terras públicas. 

A situação em regiões florestais no Brasil é tão preocupante que muitas terras ocupadas por grileiros foram desmatadas ilegalmente por meio de queimadas, que abrem clarões nas florestas.

A Biofílica dentro de seu portfólio de serviços, atua na área de Compensação de Reserva Legal e consegue verificar a legitimidade da parte documental de propriedades rurais.

 



Quais os riscos para uma negociação de compra e venda?

A grilagem acontece até hoje devido às deficiências encontradas no sistema de controle de terras no Brasil. Apesar das diversas propostas, o governo ainda não implementou um registro único de terras ou ao menos um cadastro específico para as grandes propriedades.

Também não há articulação e cruzamento de dados entre os órgãos fundiários nos três níveis de governo (federal, estadual e municipal). 

Some-se a isto a existência de diversos títulos de propriedade para uma mesma área e fiscalização ineficiente junto aos Cartórios de Registro Imobiliário. 

Nesse contexto, multiplicam-se as terras de papel e leva-se a uma situação em que as propriedades privadas podem chegar a uma dimensão maior do que a própria Amazônia.

O exemplo é a ação desenfreada dos grileiros e a venda de milhões de hectares de floresta que não existem pela internet.

Hoje há uma grande oferta de terras na Amazônia que só existem no papel. São oferecidos, via internet, mais de 11 milhões de hectares de floresta nos estados do Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, movimentando quase R$1 bilhão.

 


 

Como evitar?

Para evitar a aquisição de terras griladas é necessário estar atento a toda documentação do imóvel. 

A Biofílica realiza uma verificação minuciosa de toda a documentação das áreas ofertadas. Verificamos toda a cadeia sucessória dos imóveis do nosso Banco de Áreas junto aos Cartórios de Registro de Imóveis, refazendo a cadeia dominial desde o proprietário atual até o título que deu origem ao imóvel. Consultamos os órgãos fundiários, ambientais e órgãos públicos de terras para comprovação da legitimidade da origem dos nossos imóveis 

Além dos documentos do imóvel também consultamos a regularidade dos proprietários dentro do âmbito cível, fiscal e criminal. 

 


 

 

Converse com o nosso time e tenha a oportunidade de escolher
a melhor opção para você regularizar o seu imóvel.

 

 

Compensação de Carbono em Grande Escala

Em entrevista, a Biofílica fala sobre Compensação de Carbono em Grande Escala, seus projetos e os benefícios para empresas que neutralizam as emissões de CO₂.

Compensação de carbono em grande escala - Biofílica

01 – Sobre a Biofílica e Compensação de Carbono em Grande Escala

Desde 2008, a Biofílica tem como missão contribuir para a construção de um sólido e confiável mercado de serviços ambientais no Brasil, por meio da geração e comercialização de créditos de carbono provenientes de Nature-Based Solutions (NBS), ou Soluções Baseadas na Natureza.

A empresa desenvolve projetos que promovem a redução e remoção de emissões de carbono por meio da conservação florestal e da restauração de áreas degradadas, valorizando florestas em pé, seus serviços ambientais e a proteção da biodiversidade.

Além disso, a Biofílica investe em pesquisa científica e no desenvolvimento socioeconômico das comunidades que vivem nessas áreas.

02 – Como é feita a geração de créditos de carbono?

Diferentes ações podem levar a uma redução ou remoção de carbono. A Biofílica implementa diferentes tipos de projetos, que geram créditos de carbono utilizando três principais abordagens:

  • REDD+: mecanismo que propõe um conjunto de ações de combate ao desmatamento por meio de atividades sociais, climáticas e de biodiversidade, resultando na
    Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal, somada ao manejo sustentável, à conservação e ao aumento dos estoques de carbono florestal.
  • AR (Afforestation / Reforestation): abordagem baseada no armazenamento de carbono na biomassa por meio do plantio de novas árvores em áreas onde não havia floresta (afforestation) e em áreas onde houve desmatamento (reforestation), recuperando ou criando uma nova floresta.
  • ALM (Agricultural Land Management): abordagem na qual projetos de intensificação sustentável na pecuária de corte e em áreas agrícolas levam à redução de emissões de carbono.

Além disso, a equipe técnica da Biofílica está desenvolvendo projetos relacionados ao Blue Carbon, abordagem que gera créditos de carbono por meio da conservação e restauração de ecossistemas costeiros, como mangues, marismas, apicuns e seagrass — pradarias marinhas.

É importante destacar que todos os projetos da Biofílica são auditados e certificados por padrões internacionais de mercado. São utilizados os padrões VCS (Verified Carbon Standard) e CCB (Climate, Community & Biodiversity Standard) da Verra, um dos padrões de certificação mais utilizados no mercado voluntário de carbono global.

Atualmente, a Biofílica possui projetos em desenvolvimento e operação voltados à geração de créditos de carbono de alta integridade.

03 – A neutralização de emissões pela compra de créditos de carbono é uma solução internacionalmente reconhecida para empresas, pessoas e governos. Como a Biofílica oferece essa solução em grande escala?

Utilizando a abordagem REDD+, a Biofílica prospecta áreas da Amazônia que estão sob pressão por desmatamento e investe em atividades com foco na gestão e conservação de florestas, utilizando metodologias internacionalmente reconhecidas.

Uma vez estruturados, os projetos passam por processos de validação e verificação realizados por auditorias independentes, garantindo a confiabilidade das reduções de emissões e a geração dos créditos de carbono.

A Biofílica atua na comercialização dos créditos no Brasil e no exterior, desenvolvendo soluções para empresas que desejam neutralizar suas emissões.

Além disso, desenvolve parcerias nos setores público e privado para expandir projetos de carbono para diferentes biomas, utilizando as abordagens AR (Afforestation/Reforestation), ALM (Agricultural Land Management) e Blue Carbon.

A Biofílica oferece essa solução em escala por atuar há mais de uma década no desenvolvimento de projetos ambientais e possuir um portfólio robusto de soluções climáticas, incluindo projetos de conservação florestal e geração de créditos de carbono.


04 – Quais são os benefícios das empresas em neutralizar suas emissões de carbono?

A prática de neutralizar emissões por meio da compra de créditos de carbono é internacionalmente reconhecida e traz diversos benefícios para as empresas, como o reconhecimento e a gestão dos impactos ambientais relacionados às suas operações, o fortalecimento das estratégias de Meio Ambiente, Social e Governança (ESG), diferenciação da marca no mercado, engajamento de funcionários e clientes, além da atração de investidores.

Além disso, as empresas que neutralizam suas emissões com projetos da Biofílica contribuem diretamente para o enfrentamento das mudanças climáticas, a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento socioeconômico sustentável das comunidades envolvidas, contribuindo também para diferentes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

05 – Qual o processo para uma empresa neutralizar suas emissões de carbono?

Para uma organização neutralizar suas emissões, três etapas principais devem ser trabalhadas: mensuração das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), definição de uma estratégia de redução dessas emissões e, por fim, a neutralização das emissões remanescentes.

De forma mais detalhada:

1º passo – Calcular emissões

O cálculo das emissões é realizado por meio de um Inventário de Emissões de GEE, uma ferramenta utilizada para quantificar as emissões e avaliar a pegada de carbono das operações de uma empresa. Normalmente, o inventário é realizado anualmente, considerando as emissões do período anterior.

2º passo – Reduzir o que puder

Com os dados do inventário em mãos, é possível identificar os principais focos de emissão e definir estratégias de redução. Entre as iniciativas mais utilizadas estão a diminuição do uso de combustíveis fósseis, substituição por fontes renováveis, aumento da eficiência energética nos processos e modernização de equipamentos.

3º passo – Neutralizar as emissões remanescentes

A redução das emissões faz parte da jornada climática das empresas. Para as emissões que ainda não podem ser eliminadas, a compra de créditos de carbono de alta integridade permite compensar essas emissões e avançar rumo a uma operação carbono neutro.

06 – Como são precificados os créditos de carbono?

Diversos fatores influenciam o preço dos créditos de carbono. Entre os principais aspectos estão:

Fator 1) Localização do projeto

A Floresta Amazônica Brasileira, por exemplo, é a maior floresta tropical do mundo e um dos principais reservatórios de carbono do planeta. Sua importância para o equilíbrio climático e para a biodiversidade contribui para a valorização dos créditos provenientes de projetos desenvolvidos nessa região.

O mesmo princípio se aplica a outros biomas e florestas tropicais, que possuem papel estratégico na conservação ambiental e no armazenamento de carbono.

Fator 2) Tipo de projeto

Os benefícios associados aos projetos também influenciam a precificação dos créditos de carbono.

Projetos que promovem ações sociais com comunidades locais, conservação da biodiversidade e geração de impactos positivos adicionais possuem maior complexidade de implementação e demandam investimentos específicos, fatores que podem refletir no valor dos créditos.

Esses benefícios são encontrados com frequência em projetos florestais, especialmente aqueles baseados em Soluções Baseadas na Natureza (SbN).

Fator 3) Idade do crédito de carbono – a chamada “safra” dos créditos

A safra representa o ano em que ocorreram as atividades responsáveis pela redução ou remoção das emissões de carbono.

O mercado comprador costuma avaliar a atualidade dos créditos e a continuidade da operação dos projetos, valorizando créditos provenientes de períodos mais recentes. Entretanto, créditos de safras anteriores permanecem válidos e podem continuar sendo utilizados para neutralização de emissões.

Fator 4) Faixa de volume

O volume adquirido também influencia a precificação. Compras de grandes volumes podem apresentar condições diferenciadas, dependendo da estratégia comercial e das características de cada projeto.


07 – Como esse tipo de projeto pode garantir transparência na sua implementação a fim de evitar “greenwashing”?

Os projetos de carbono da Biofílica são certificados e utilizam rigorosas ferramentas de Monitoramento, Reporte e Verificação (MRV), que asseguram a qualidade, rastreabilidade e transparência dos processos de gestão estabelecidos pelos projetos, sempre seguindo normas e padrões internacionais de certificação.

Além disso, os desenvolvedores de projetos devem disponibilizar informações técnicas e relatórios de atividades, permitindo que compradores acompanhem a implementação das iniciativas nas quais adquiriram créditos de carbono.

08 – Como os projetos garantem a permanência das reduções de emissões verificadas e evitam reversões?

Os padrões internacionais de certificação exigem que projetos de carbono realizem análises de risco relacionadas à permanência das reduções de emissões.

Essa análise e o risco quantificado são avaliados por auditorias independentes. O risco estimado é considerado no cálculo final das reduções e remoções de emissões geradas, definindo a quantidade de créditos de carbono disponibilizados para comercialização.

Além disso, os projetos da Biofílica possuem ciclos de longo prazo, permitindo a implementação de ações contínuas de conservação florestal, monitoramento territorial e gestão sustentável das áreas envolvidas.



Compense as emissões da sua empresa com Créditos de Carbono da Biofílica.


Sobre a Biofílica

Fundada em 2008, a Biofílica desenvolve Soluções Baseadas na Natureza para apoiar empresas em suas jornadas de descarbonização. A empresa atua com projetos de carbono, restauração florestal, inventários de emissões de gases de efeito estufa e estratégias de redução e compensação, integrando ciência, tecnologia, inteligência territorial e sistemas próprios para gerar impacto positivo para o clima, a biodiversidade e a sociedade.